Depoimentos
jun 2nd, 2010 by admin
“Há seis anos, quando começamos o SRP, Lucas estava deixando-nos impressionados com seus flapings, birras e suas primeiras palavras (sons e sílabas ecoando). Hoje ele está com 11 anos, e se auto-denomina um adolescente e um torcedor incrível do Corinthians, alegre, contagiante e muito interessado em aprender coisas novas. Seu programa favorito é ir em Shoppings, cinemas, livrarias e lojas de games e filmes. Ah! ele também frequenta um clube de torcedores fanáticos pelo Corinthians, onde assiste jogos, torce e xinga muito os adversários junto da galera. Quem me conhece sabe que posso falar por horas dele, porque eu sou muito apaixonada e a coisa que mais gosto de fazer é passar meus dias com ele, rindo, jogando e aprendendo suas novas “tiradas geniais” ou novas gírias que aprende na escola. Ontem mesmo ele falou “ que meda, ui mãe!” e eu amei. Não há nenhum preço, nada, que me traga maior satisfação, por isso compartilho isso, na tentativa que nosso entusiasmo contagie quem está lendo. Hoje além de falar tudo, é meu melhor confidente e amigo. Alem do programa ter sido fundamental para sua alfabetização, hoje ele está aprendendo inglês e espanhol no Sexto ano regular. Descobrir a força do programa son-rise mudou minha vida completamente e de toda minha família.”
Elaine Marabita, mãe Son Rise, amiga confidente e inspiração diária para nós.
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“Meu nome é Maria Danielle, tenho um filho chamado Icaro, ele tem 6 anos e apresenta espectro autista…
Como de praxe, antes de 3 anos ele apresentava comportamento estranho, não parava de pular (corria demais) e se balançava com excitação sem motivo aparente… não me encarava, nem sentia minha falta, e usava meus braços e mãos como instrumentos… dentre tantos outros aspectos do comportamento…
O fato se agravou aos 3 anos com a entrada na escola ele era “problemático” … visitas à psicólogas da rede pública (em vão) de acordo com elas “ele não tinha nada”… segundo a pediatra do posto de saúde “eu estava muito ansiosa” e passava isto para ele (ou seja a culpa era minha?)
Sou atriz, e resolvi “pirar na batatinha”, minha função era achar um modo de me comunicar com meu filho (3 anos e meio e ele não falava ,só emitia grunhidos e gritos)
A função do pai dele era pesquisar na internet tudo sobre distúrbios, dificuldades, neuroses, esquisitices… horas em frente o PC
Um dia, reparei que meu filho curtia ficar muito tempo em frente o espelho, resolvi que o espelho seria nosso “telefone” todas as mensagens que eu fosse transmitir faria através dele… (é uma das etapas do método Son Rise que eu nem havia escutado falar) espelhos nos cômodos , pequenos, grandes, em cima dos móveis, pelas paredes… “casa de doido”
Pela minha profissão, endoidar faz parte do ofício, e eis que meu filho começa a querer minha presença, me olha nos olhos (através dos espelhos) e quando quer algo diz a palavra (a princípio solta ) e depois começa a construir frases, e se perceber como ser individual…
Para isso o primeiro passo foi criar uma pequena cena… na sala apenas um sofá, uma cadeira, uma bandeja com um copo de suco, meu filho, o pai e eu…
Na cena eu chegava com o suco (bebendo) dizia: “Que suco gostoso”… O pai dele falava: Isso é suco? Eu quero suco … Minha fala seguinte era: “Então tome” (entregava o copo) e em resposta o pai finalizava: “obrigado”
Fizemos isso durante 3 dias sem parar, foi um feriado prolongado… então estavamos com tempo.
Claro nas primeiras vezes parecia que nem estávamos lá… mas com o passar das repetições meu filhote foi vibrando, pois a cena acontecia sempre do mesmo jeitinho (e eles amam isso!) até que quando estávamos quase desistindo ele se vira bruscamente e diz todo animado: “Hei, eu quero suco!” correu para mim ficando na frente do pai pegou o copo da minha mão e levou à boca… claro estava vazio pois era só uma cena… a cara de “ué” que ele fez foi HILARIANTE… choramos, rimos foi a cena mais linda que já participei
A partir daí comecei a entender meu filho, ele processa as informações de maneira diferente, só isso, ele é maravilhoso, me ajuda muito na minha profissão, um colaborador espetacular, estou tentando fazer uma outra mãe entender o filho, eles não são desobedientes, mimados, mal educados, ou chatos, eles apenas têm outra visão dos mesmos fatos e não há fórmula de encarar a vida, como também não há fórmula para amar…
Maria Daniele – Mãe, atriz, esposa, amiga, doida, gente boa demais…
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Meu nome é Grace Caroline, nasci em 1971,em Curitibanos , no planalto serrano do estado de Santa Catarina, cidade pequena e obviamente muito provinciana.
Em 1976 eu já tinha dois irmãozinhos, uma menina e um menino, atualmente somos uma família com muitos irmãos, é um número bem grande de histórias de vida pra contar.
Mas foi na minha infância que se percebiam os comportamentos mais estranhos.
Eu era uma criança que não se comportava da maneira esperada:
Adorava ficar sozinha.
Não gostava de brincar com meus irmãos por mais divertidos que eles fossem.
Adorava ficar na casa da minha avó materna, pois era enorme e lá eu sempre achava um jeito de me isolar.
Era considerada a criança mais preguiçosa do planeta.
Ah! também era a criança mais antipática da família.
A mais “birrenta” e “chiliquenta”.
Tinha um comportamento considerado adulto.
Odiava qualquer confraternização familiar, até minhas festas de aniversário era motivo de muito sofrimento.
E para piorar tudo eu verbalizava tudo o que pensava, quase sempre contrangendo e ofendendo as pessoas.
Considerada uma criança muito “desenvolvida” para a idade, pelo discurso muito precoce.
Lembro da minha mãe contando que a professora da primeira série a chamou para contar que eu colocava as mãos nos ouvidos por causa da conversa dos colegas, e que eu não me relacionava, então uma coleguinha se aproximou e foi a única amiga que eu tive durante a primeira infância.
Eu também tinha o sono alterado, sofria para dormir.
Sempre dizia para minha mãe que não era deste mundo, que não queria ser assim, que ouvia os sons como se eles fossem mais altos para mim, uma vez eu cheguei a comentar que quando a água do chuveiro caía na minha cabeça o barulho parecia uma multidão de pessoas falando ao mesmo tempo.
Na pré adolescência me enchi de amigos, contava segredos pra todo mundo, dava minha opinião sobre tudo , eu achava que todas as pessoas eram minhas amigas, não via defeito nem maldade em ninguém, um comportamento muito infantil, mas eu entendia que isso era “ser boa”, que acreditar nas pessoas era uma virtude.
Eu lembro de sempre ser obcecada por um dos amigos, eu ficava fascinada e não desgrudava da pessoa até ser rejeitada explicitamente, e sofria muito com isso.
O tempo foi passando e chegou a adolescência, aí aquele “amadurecimento precoce” foi embora e o processo se inverteu, fiquei “infantilizada” quando deveria estar amadurecendo.
A adolescência foi o período onde eu passei a não saber quem eu era, a ser excluída dos grupos onde tentava fazer parte, o meu comportamento sexual e afetivo, era quase sempre inadequado para os padrões.
Por volta dos meus 14 anos eu fui vítima de todo tipo de abuso, enfim o caos foi uma realidade por muito tempo.
Vieram os relacionamentos amorosos, todos muito sofridos.
Aos 18 anos passei no vestibular, aos 21 me formei.
Aos 24 anos tive meu primeiro filho, solteira, consegui ficar com ele por três anos e meio, mas a dificuldade era enorme em todos os sentidos, sofria de depressão, ansiedade, processo confundido com bipolaridade , eu só pensava em morrer, então não consegui e fui embora da cidade deixando meu precioso filho com minha família.
Não era a primeira vez que eu ia embora em busca de ajuda.
Nesta última partida quando deixei meu filho, demorei 6 anos para retornar e foram os seis anos mais complicados, mas foi o começo do fim.
Meu filho sempre foi o meu rumo certo, a minha certeza, o meu destino, o meu motivo para continuar tentando sobreviver neste planeta que até hoje não entendo.
Nessas andanças todas reencontrei origens e refiz contato com meu próprio espírito, que andava recluso e destruído por tanto sofrimento.
Voltei aos 34, casada e grávida da minha filha caçula, que é o anjo enviado para me tirar desta ignorância toda, desta falta de chão que sempre foi a minha vida!
Sobre como e quando foi que recebi o diagnóstico de autismo e o que mudou para mim, o que eu posso dizer é:
Foi no ano passado (2009), com 37 anos.
Minha mãe não achava necessário que eu levasse minha filha ao médico, dizia que o problema da minha filha era ser igual a mim e eu mesma achava que a “sina” da minha filha era padecer como eu.
Quando veio o diagnóstico da minha filha de “autismo clássico de alto funcionamento não verbal” e a única diferença comigo é que eu sou verbal então veio o esclarecimento, eu também sou autista.
A minha filha ainda pode adquirir a linguagem verbal, ela só tem 4 anos.
O que mudou para mim, foi que eu saí de uma condição de ignorância profunda de “mim mesma”, foi um alívio, um sentimento de ter recebido uma “carta de alforria”, foi ter a oportunidade de ficar livre de qualquer jugo ou domínio, oportunidade de ganhar minha independência.
O conhecimento da minha condição de autista, não é uma oportunidade de justificar meus “ERROS”, mas sim a oportunidade de tentar ser aceita do jeito que eu sou, mas não está sendo fácil, porque eu me sinto constrangida, acuada, e ainda não sei lidar comigo mesma, pois até hoje eu fui uma pessoa submissa, dependente, escrava da opinião alheia por não me conhecer, não entender minhas próprias atitudes.
Não sei se vou conseguir ser respeitada algum dia como eu gostaria de ser, mas pelo menos para mim, meu marido e meus filhos foi um alívio!!
E aos 38 anos, criei este blog para tentar organizar minha cabeça, sair desta confusão mental intensa que me faz ficar prostrada diante da vida sempre pedindo para que tudo acabe logo!
OBs das autoras do blog: Neste blog ela fala dela e de sua família e por isso teve a idéia de criar um segundo blog só pra falar de sua filhota!

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Muitas pessoas dizem que é importante saber e seguir o que dá certo ao invés de ficar atirando pra todos os lados.
No final das contas os resultados aparecem (ou não) e vc não sabe o que foi realmente efetivo e onde só gastou tempo e dinheiro.
No meu caso, eu sei exatamente o que deu certo.
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A partir do momento que meu filho recebeu a 1ª hipótese médica de autismo aos 5 anos, até os 15 ele teve exatamente o tratamento indicado para a maioria das crianças do nosso país: tratamento público multidisciplinar (Funlar e HUPE no RJ) e acompanhamento médico tb público ou de convênio. Além de escola, nada menos do que 9, de particulares grandes e pequenas, a montessoriana, do município ou especial.
Na minha época de “correr atrás” me faltava TUDO, de informação a dinheiro.
Meu filho teve o tratamento que vejo a maioria das famílias fazendo até hoje.
As terapias particulares são caras e não difere muito coisa em qualidade da pública. Achar bons terapeutas que entendem do riscado, é agulha no palheiro. Até hoje procuro uma T.O. especializada em integração sensorial no RJ sem sucesso.
Equoterapia é caríssima e longe de casa.
ABA então, nem se fala é realidade pra poucos e resumidas as cidades do Rio e SP. Seu tratamento foi muito bom. Não tenho o que me queixar dos profissionais que encontrei nestes centros, foram sempre muito dedicados e nas suas turmas de atendimento eram 3 terapeutas cada um na sua especialidade, trabalhando em conjunto com 3 ou no máximo 5 crianças. Além disso tinha o suporte psicológico semanal para a família que foi sempre de muito ajuda para dar apoio emocional e direcionamento de conduta fora do ambiente hospitalar.
Sempre procuramos levar uma vida absolutamente normal, apenas formando uma rede de proteção para facilitar nossas vidas e nunca isolá-lo.
Apesar disso, a condição de meu filho só foi se deteriorando.
Aos 15 não lembrava em nada a criança alegre que era aos 3.
Dos 3 aos 5 estacionou.
Dos 5 em diante foi lentamene piorando
Aos 7 anos começou a se desvencilhar de minhas mãos e corria muito, muitas vezes parando na frente de carros no meio da rua.
Graças a Deus seu anjo da guarda não piscava o olho. Exceto por uma vez que foi atropelado em frente de casa.
Nunca desisti. Não podia pensar na hipótese de chegar na velhice, olhar pra vida que construí e ficar me lamentando. Não podia deixar de viver. Não podia deixar de cumprir meu papel de mãe de dar uma vida bacana pro meu filho. Voltei pra casa com o pulso destroncado inúmeras vezes. Nessa época também começou a auto-agressão.
Quando decidi mudar o rumo do seu tratamento aos 16 anos, já não tinha mais ilusão, disposição, força, pique e tudo mais pra querer pegar o sol com a mão e fazer tudo de uma vez. O dinheiro já não era tão pouco, mas nunca deu pra desperdiçar. Isso tudo e mais a experiência adquirida com a vida, me ajudou a focar. Só queria ver o olhar radiante de meu filho de volta, que ele não continuasse piorando mais e que parasse de babar (o que começou por volta dos 15 anos). Se a discriminação já é grd, diante de uma baba ela vai as alturas.
A dieta foi um divisor de águas. Foi um ano só com ela e vida que segue em família. Eu não só consegui o que queria, como vi a sua fala voltar depois de 10 anos de quase completo mutismo se não fosse pela palavra “mãe” que ele nunca deixou de pronunciar. Depois vieram os suplementos. Uns ajudaram, outros foram um completo desastre, mas a essa altura eu já sabia como levantá-lo novamente.
Depois vieram a homeopatia e os florais, fortalecendo os ganhos adquiridos. Além de cantar, passou a cantar músicas inteiras, a pedir o que quer com incentivo, a fazer comentários. Hora com ecolalia funcional, hora com frases espontâneas. As palavras são claras, qualquer um entende.
ABA deu outro impulso, mas não agüentamos o desgaste de cruzar a cidade de metrô rotineiramente.
Nem eu nem Mauricio conseguíamos ignorar os olhares e comentários.
Hoje seguimos com a mãe-facilitadora decodificando ele pro mundo e o mundo pra ele, sem invadi-lo (tarefa difícil essa).
Com terapia de vida domiciliar numa mistura de intuição, AVD’s, RDI, Son-rise e tudo mais.
Com terapia de vida de rua com caminhadas, passeios e compras sem braços destroncados e sem risco de vida finalmente ![]()
Com terapia de convívio social com a família, festas e passeios. E tudo com muito bom proveito.
Desculpem o testamento, mas é difícil resumir uma vida em poucas palavras.
Quem está feliz com os resultados que estão sendo alcançados, fazendo simultaneamente ou não e o que quer que seja, ótimo! Afinal de contas, em time que está ganhando não se mexe!
Mas se você ainda está procurando um caminho ou não está satisfeito com seu rumo, sempre há outro a se tomar, seja para começar ou para recomeçar!
Agradeço a Deus todos os dias por ter me dado o meu filho e a oportunidade de escolher caminhos através do meu livre arbítrio.
Na esperança de poder ajudar alguém que hoje se encontra na mesma encruzilhada que já estive e no desejo de dias melhores, deixo o meu abraço.
A minha intenção não é de polêmica e nem estou defendendo isso ou aquilo. É um: ACORDA GAROTA (O)!!!! Estou contando um pouco da minha história e só pra mostrar que
não existe um único caminho a nossa frente e seu livre arbítrio vai ajudar a escolhe-lo.
Nenhuma estrada da vida é de mão única tb. Você pode começar ou recomeçar de onde quiser ou estiver.
Se está feliz, maravilha!
Se não está, pare de chorar e vá em frente!
Mude o que for preciso, como, quando e em quê achar que é preciso, mas mude!
Se está começando a jornada, informe-se e siga o que seu coração e cabeça em comum acordo decidirem.”
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Cláudia Marcelino, mãe do Maurício, 18 anos (2009), dona da comunidade Diário de um Autista , da comunidade Autismo é tratável e do site Autismo em Foco e em breve autora de um livro de receitas de alimentos especiais para as dietas alimentares para tratamento de Autismo.
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Sou Elaine, mãe do Lucas, 8 anos, diagnosticado aos 4 anos como autista em grau médio. Participamos de dois workshops (eu e marido) (básico em São Paulo em março/2008 e avançado em novembro de 2008 em Brasília) e tivemos dois outreach (visita domiciliar da Mariana Tolezani). Mas estamos fazendo o programa son-rise há dois anos. (Inclusive ano passado ficamos o ano inteirinho sem TV em casa e foi o ano que Lucas mais se desenvolveu – de novembro de 2007 ao natal de 2008.)
Escolhemos o son-rise porque é o mais efetivo, mais intenso e o que realmente trata a “dificuldade de relacionamentos”, que as nossas crianças tem. Também porque é uma filosofia de vida muito semelhante ao que acreditamos, é otimista e cheia de energia boas. O foco do son-rise são os relacionamentos, a interação social.
O Lucas antes do son-rise gritava muito, puxava os cabelos, mordia e beliscava quando contrariado e sem razoes aparentes. Falava palavras isoladas, na maioria ecolalicamente*, e se isolava nos eletrônicos (TV, DVD, computador), não atendia ordens.
Hoje, Lucas é um garoto feliz, animado, que faz perguntas (é curioso) e fala sentenças completas. Ele lê e escreve (prefere escrever no computador, porque ainda tem dificuldades com a letras caberem nas linhas). Freqüenta o segundo ano do ensino fundamental no sistema COC de ensino. – Inclusão – outro capitulo….daria um livro!
Adora ir ao cinema, seus passeios preferidos são em shopings e na casa da vovó.
Eu lembrava outro dia que nossas metas quando acabamos o primeiro workshop eram (que ele nos contasse como foi o dia na escola e que fizesse o numero 2 no vaso sanitário ao invés do habitual cantinho no quintal) e UAU! Ele conseguiu!!
E nos surpreende a cada dia. Ele é maravilhoso como nosso professor.
Foi meu aniversário dia 4 de junho, e ele me escreveu ( a mão e letra de forma) um inesperado bilhete de amor, assinando o nome de toda nossa família, não tem como não chorar de emoção. Parei de registrar o que ele fala, porque não consigo mais acompanha-lo….kkk
Pessoal: Eu escolhi deixar a advocacia, depois de 14 anos de profissão, porque me apaixonei por eles e me encantei com a evolução do meu filho, resolvi voltar aos bancos escolares e cursar Pedagogia, agora, quero trabalhar com Inclusão. A gente escolhe como se sente, a cada dia. Essa é uma lição preciosa que eu aprendi. A gente escolhe mudar, tentar e se errar, tudo bem!! Ser gentil com nossos erros nos ajuda a ser gentil com os erros dos próximos. Se apaixonar pelas crianças, se encantar é preciso, essa paixão nos recarrega a cada dia.
Ousem, experimentem tirar as TVs de suas casas por um mês, ou por um ano como eu fiz….vale muito a pena, une a família e transforma a interação com seu filho. Ousem mais, ousem tirar computadores…o que distrair seu filho das pessoas ( o que fizer concorrência desleal com o ser humano)
Não esqueçam de cuidar das outras peças do quebra-cabeças, a parte metabólica, incluindo dietas e tratamento homeopático e ortomolecular.
Nota do Blog: Ecolalia - Muitas das crianças que apresentam linguagem verbal repetem simplesmente o que lhes foi dito. Este fenômeno é conhecido como ecolalia imediata.
Ex: Luiz Júnior você quer jantar? E ele fala: quer jantar.
Outras crianças, repetem frases ouvidas há horas, ou até mesmo dias antes (ecolalia tardia).
Isso ocorre com frases de filmes, propagandas, programas de tv, falas de professores, amiguinhos, parentes, etc.
É comum que crianças autistas inteligentes repitam frases ouvidas anteriormente e de forma perfeitamente adequada ao contexto, embora, geralmente nestes casos, o tom de voz soe estranho e pedante.
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Ola, meu no me é Gilberto (ola Gilberto diriam num grupo de ajuda…hehhe)
Sou pai de uma menina linda de 6 aninhos chamada Luiza.
Luiza tem autismo e foi diagnosticada com 3 anos de idade. No início foi difícil. Eu a mãe dela nos separamos, caí na vida, fugi das responsabilidades, mas no fim me voltei para o correto – minha filha!
Em março de 2009, a 1 mês portanto, peguei a guarda da Lu, pois sua mãe diz que não tem tempo para cuidar das necessidades da pequenina e além do mais por eu ser formado em pedagogia ela considera que sou mais indicado para esta tarefa. De qualquer forma não importam os motivos, pois adoro estar com minha filha, ela é tudo pra mim e sem ela nada sou.
Até 1 anos atrás mais ou menos, a Lu não olhava nos olhos, fazia muita esteriotipia com os braços, não aceitava uma alimentação saudável (só doces e salgados, além do nescal), fazia muita birra, não dormia direito, gritava muito, não olhava quando chamávamos pelo nome, não se comunicava de maneira nenhuma, entre outros sintomas típicos do autismo.
A uns 10 meses atrás me neguei a acreditar que só existiam as terapias convencionais para tratar do autismo; implorei aos deuses que me dessem um direcionamento e lembrei por insight ou iluminação (sei lá), que na internet talvez eu encontrasse o caminho, mas precisamente no orkut….
E assim, entrei nas comunidades de pais de crianças com autismo e descobri que muitos estavam no mesmo barco e que muitas oportunidades existiam, meio escondidas, mas existiam… Assim, num fórum apareceu a palavra son-rise. Mas o que seria isso? Coloquei-me a pesquisar e gostei do que li. Um programa, uma terapia, uma filosofia para pessoas com autismo e familiares, no qual o principal é brincar, respeitar, retirar limites… Opa seria isso que eu estava procurando? Enfim, gostei do eu li e já fui aplicando em casa, e pasmen, não é que dá certo? A Lu se adaptou muito bem à filosofia e eu também.
Ainda nos grupos internéticos, principalmente do son-rise descobri que outras intervenções poderiam ser ainda mais positivas – mudar a alimentação, a tal da dieta sem glúten e sem caseína. Fui estudando, fazia sentido, pesquisas eram analisadas, apesar que no Brasil parece que as coisas demoram a chegar… Mas fui e estou buscando.
O certo é que a cada intervenção seja nas brincadeiras do son-rise, seja na dieta, minha filha Luiza vai desabrochando com uma linda flor. Já olho muito nos olhos, é carinhosa, dorme quase sempre bem, faz menos birras, entende seu nome e outras coisas, é mais flexível, etc, só falta falar, mas chega lá.
Ajudar minha filha no seu desenvolvimento é minha maior e melhor missão neste mundo!!
Abrção a todos.
At
Gilberto, Florianópolis/SC, pai de Luiza de 6 anos.
Atualização: 23/11/09
Ola, hoje com praticamnte 10 meses de tratamento biomédico (dieta SGSC + suplementos, além de metodo padovan, equoterapia e muito amor, minha filha Luiza de 6 anos de idade evoluiu muito. Dorme bem todas as noites (das 20h as 6h30min – sempre). Entende o que agente fala, executando pequenas tarefas sozinha, como deixar as coisas no lugar, andar perto da gente, vir qdo chamamos, escovar dentes, tomar banho, tirar a roupinha e tênis, comer de garfo, guardar brinquedos, olhar nos olhos sempre, beijar, abraçar, brincar como toda criança, não faz mais nenhuma birra, toma seus remedinhos naturais, enfim, ta numa melhora incrível. Solta muitos sons e acreditamos que está em vias de começar a falar. é carinhosa, esperta e cuidadosa. Estamos muito felizes, eu e núbia, com o crescimento da Lu e sabemos que ela vai melhorar ainda mais! abraço a todos e continuemos na luta!
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OLA À TODOS!!!!!!!!!!!!
Estou aqui para falar da minha experiência como pai de autista. Não vou dizer que o Luiz Jr. é tudo que eu queria no mundo e que é assim que eu gosto dele porque não é isto que eu queria para ele. Eu adoro meu filho e desejo tudo de bom para ele e odeio este problema que é comum a tantas familias que é o AUTISMO. Lutamos contra oque e contra quem??? A ciência nos ignora, o governo se omite e só nos resta a união contra o inimigo desconhecido.
Nesta guerra, cada familiar é um soldado munido de amor, dedicação, muita paciência e vontade de vencer este intruso que insiste em conviver entre nós. Como dispomos de poucas ou quase nenhuma arma temos que primar pela estratégia! É no topico estratrégia a informação é vital. As vezes o que é uma coisa banal para você, é uma Importante PORTA DE ENTRADA NO CAMPO INIMIGO.
Em minha casa temos duas estrategistas de peso que são minhas filhas Karla e Luiza que nos passam todo o caminho a percorrer com as palestras assistidas e pesquisas feitas na internet, muitas delas vindas de vocês a quem agradecemos de todo coração. Também agradeço a minha filha Fernanda sempre atenta ao que for preciso e minha esposa Eliana que vive em função dele e a todos familiares em especial TIA ANGÉLICA que se juntam a nós nesta guerra.
As vezes nem só os laços de sangue são suficientes nesta luta e ai DEUS coloca em nosso caminho anjos para nos audar. Agora quero citar duas pessoas que simplesmente por amor são peças fundamentais em nossa batalha. Adalgiza, a MÃE PRETINHA, como é chamada por meus filhos e o Yuri e sua familia, a quem devemos nossa gratidão e são grandes responsaveis pela dieta e progresso de meu filho.
Não deixem de lutar! Usem todas as armas e contem conosco. Testem tudo com responsabilidade e e se sentirão recompensados pelo mínimo progresso, e não descanse até o fim da batalha que você trava em nome do AMOR, amor á um pedaço de você: SEU FILHO, SEU IRMÃO, SEU PRÓXIMO.
Fiquem com DEUS!
Luiz Augusto Coelho, pai de Luiz Júnior, 09 anos, Uberaba-MG
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Dieta SGSC e o relato de um Asperger
Esse relato foi publicado na revista Autism File nº 29. www.autismfile.com
Adorei!!!! É o relato de alguém que pode expressar o que sente e o que mudou em sua vida. É sempre bom ter um parâmetro do que se passa do lado de lá, dentro da cabeça deles.
Os distúrbios sensoriais que a gente tanto fala que podem ser melhorados com dieta, estão bem claros em suas palavras. (retiramos esse relato da comunidade do orkut “Autismo e Ntutrição” e a tradução é de Cláudia Marcelino)
“Eu sou um homem de 42 anos com Síndrome de asperger e vivo nos Estados Unidos.
Como parte dos meus planos para o ano novo, começei uma dieta sem glúten e sem caseína e tenho a seguido religiosamente.
Já faz quase seis meses que iniciei e posso dizer a vocês que ela me proporcionou mudanças discretas, mas definitivas. Se alguém me forçar a a dizer quanto, eu posso dizer que minhas dificuldades melhoraram 25%.
Descobri que posso usar uma variedade maior de roupas e roupas mais justas e apropriadas, porque alguns tecidos não se parecem mais como formigas andando sobre a minha pele, o que sempre foi um problema desde que era bem pequeno.
A minha coordenação motora também melhorou consideravelmente. Hoje posso dançar sem machucar minha parceira ou a mim mesmo e posso praticar artes marciais como tai chi chuan com um senso melhor de equilíbrio… e de fato ela melhorou com meus movimentos estimulatórios.
Minha coordenação olho/mão também melhorou bastante. Posso usar ferramentas sem me machucar, tanto quanto fazer trabalhos minuciosos (como desmontar um relógio de pulso ou uma camêra) com muito mais facilidade.
Eu me descobri menos perfeccionista e não tenho mais ataques de ansiedade quando as coisas não saem perfeitas.
Eu tinha problemas digestivos e estomacais desde que era menino, piores quando era criança, menores agora, e esses problemas sumiram cerca de um mês depois de me livrar de glúten e caseína.
Meus interesses obcessivos mudaram de natureza e intensidade. Agora sou capaz de seguir em frente com uma variedade de interesses que posso compartilhar com outras pessoas e não é tão exaustivo me socializar tanto quanto era antes da dieta. Também descobri que sou menos ofensivo com as pessoas e não as ignoro como antes.
Isto pode parecer como recomendação entusiasta e realmente é, mas também me trouxe alguns problemas.
Eu sempre tive uma memória fotográfica quando se referia a certas coisas e agora, mesmo que eu não tenha nenhum outro problema de memória, minha memória fotográfica sumiu junto com os meus problemas de estômago.
Eu sou um editor de ficção científica e escritor de estórias de horror que recebeu pequenos elogios da crítica especializada (meu trabalho foi publicado em revistas como Analog Science Fiction and Fact, Blood Moon Rising, Skeptical Inquirer, etc) e minha capacidade de escrever foi bloqueada imediatamente ao entrar na dieta.
Eu também tinha uma patente de invenção na área médica e também trabalhava numa série de outros projetos quando descobri para minha surpresa, que não podia liberar minhas invenções sem que as revisasse, pois precisava refiná-las. A abundância de criatividade que já experimentei, secou, embora não tenha se esvaído completamente.
Igualmente interessante, descobri que é um pouco mais dificil ler do que antes das mudanças. Sempre fui um leitor ávido, tenho cerca de 4.000 livros em minha casa e hoje leio um pouco mais devagar do que antes e as vezes me vejo tropeçando em palavras. Não é como dislexia e nem fiquei analfabeto repentinamente, também não tenho difuculdades para ler, só fiquei um pouco mais lento.
Me parece que eu não posso ter as bençãos do autismo sem os problemas que vem junto com ele.
Algumas coisas permaneceram as mesmas. Eu ainda tenho os mesmos problemas para interpretar a linguagem corporal e ainda tenho dificuldades em mostrar a diferença entre uma piada amigável ou um insulto pessoal.
Eu poderia com certeza voltar a minha dieta antiga, mas não acredito que voltarei. Eu tenho gostado muito mais da minha vida e me sentido muito menos sozinho e desamparado quanto me sentia.
Eu realmente acredito que se tivesse seguido essa dieta desde a minha infância, eu teria sido muito melhor na escola e ido mais longe na vida do que fui.
Eu continuo aspie, mas ficou mais fácil me passar por normal (o que quer que isso seja!).
Espero que isso ajude,
Com carinho,
Kevin Levites”.
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Iremos convidar várias pessoas para fazer depoimentos contando sobre a evolução dos seus parentes ou amigos autistas, os caminhos que seguem, o que foi válido, entre outras coisas!!! Estamos muito felizes com isso pois esses depoimentos mostram que vale a pena tentar, estudar, praticar e principalmente ACREDITAR. Se acontece com um, pq não vai acontecer com você não é mesmo?!
O primeiríssimo depoimento é da Haydee, mãe de um lindo rapaz que se chama Pedro e que tem muito a nos ensinar e surpreender!
Ela foi escolhida para estreiar essa página pois participa conosco de uma lista de discuções sobre Autismo (grupo do yahoo – autismo & esperança) e nos alegrou muito com seu depoimento de férias! Confiram!

As maravilhosas férias de Pedro e família!
” Estou com um tempinho e resolvi contar dos progressos do Pedro relatando nossas férias, para vocês com filhos pequenos avaliarem como as coisas evoluem sempre.
Pedro foi diagnosticado como autista clássico aos 18 meses. As intevenções que fizemos foram as tradicionais, aos 13 anos tornou-se extremamente agressivo, com ele mesmo e com todos ao redor. Ele foi super medicado com quetiapina e risperidona. Em 2007 fiz um curso no Rio, claro que tinha a mão da Cláudia Marcelino* nessa empreitada, eheh. A partir daí começamos com a dieta,depois resolvemos seguir o protocolo da Yasko (meio adaptado …), Pedro é paciente da SiPires**, santa Simone!!Atualmente estamos com 0.5 mg de risperidona, que, se Deus permitir, será totalmente eliminada no segundo semestre. Pedro está bem, após passar por uma fase de detox “daquelas”…
Vamos às férias. Primeiro informamos ao Pedro que iríamos viajar, depois mostramos o site do hotel para ele,depois arrumamos a bagagem com a ajuda dele. Fomos para um hotel fazenda, em Serra Negra, estância hidromineral a uns 70km daqui. Ficamos em um chalé,claro que levei um estoque com as guloseimas do Pedro (bolo sgsc, biscoito, amêndoas, nozes,etc) . Bem, o hotel tem uma coisa chamada cozinha da mamãe, uma cozinha super transada, com microondas, fogão, geladeira, etc. Foi uma mão na roda, pois fazia o mingau do Pedro (quínua e cacau….ele gosta,pode?? )toda a noite lá. A primeira coisa que fiz foi deixar, na recepção, alguns daqueles panfletos sobre autismo* (Que a Cláudia Marcelino mandou para ela) e também entreguei alguns para nossos vizinhos de mesa (cada chalé tinha uma mesa). Pois bem, todos, sem exceção, foram gentis e ficaram interessados, inclusive os funcionários do hotel. Várias pessoas vieram conversar sobre parentes autistas, ou com alguma deficiência, ou contar que eram professores e trabalhavam com inclusão, até dei umas aulinhas”sobre dieta. ehehe.
A comida do hotel era uma perdição…… Pedro repetia o prato sempre, sabe aquela comida de fazenda?? Pois é, é essa…..até o café era da fazenda (o hotel fica dentro de uma fazenda de café), e as sopas nas noites frias?? Noooosssa. ….O Pedro adorou, andou a cavalo (fiquei doída uma semana depois desse passeio…), nadou horrores, se mostrando, porque os hóspedes ficavam elogiando a habilidade dele em natação,eheh, fez sauna comigo (imaginem só, sauna!!), desceu no toboágua e quase nos matou do coração, pois ficou em pé lá em cima (9m…), ouvia música deitado na rede como um morgado….. fazíamos longas caminhadas pela fazenda com os outros hóspedes,enfim, foram férias muito boas, o Pedro se esbaldou e nós também.
Agora, amigos, houve época em que eu pensei que não teria alternativa que não fosse internar o Pedro em uma instituição tal o nível de agressividade dele. Agora ele é um mel,muito meigo e amigo. Pedro sempre será autista, mas isso não impede que ele seja feliz e aproveite a vida.
Desculpem pelo romance,mas vejam, nossos filhos tem muitas competências, o que precisam é de amor, compreensão e as intervenções corretas. O resto eles tiram de letra, eheheh.
Beijos. ”
Haydée, mãe do Ric e do Pedro, Campinas , SP.
*Cláudia Marcelinho, dona da comunidade Diário de um autista e também da comunidade Autismo e Nutrição imprimiu uns panfletos para explicar o que é o autismo para as pessoas, já que muitas infelizmente não sabem o que é e com este panfleto na mão, várias situações do dia a dia são facilitadas! Uma excelente idéia e que ajuda muita gente.
** Dra Simone Pires, médica que faz parte do grupo de discussões do yahoo – Autismo e Esperança e trabalha em São Paulo orientando vários casos de autismo no Brasil todo.




adorei os depoimentos e gostaria de um dia colocar depoimento do meu filho de 07 anos q tem sindrome de asperger,bjusss
Haydee,tenho muito prazer em te conhecer e saber que vem ganhando dia a dia esta batalha de amor. Tenho a certrza que
o nosso querido PEDRO esta em otimas mãos!Obrigado pelo
depoimento e informações.Que DEUS te ilumine pelo caminho!
Um grande abraço ao AMIGO PEDEO
A v Gilberto quero parabenisar por ter descoberto a tempo a
alegria de se doar não so a sua filha que é a sua vida mas
tambem se juntar a todos nos nesta empreitada.
Não esquente com o que passou pois o carater sempre vence
os nossos deslizes.e v provou que tem carater!
Um beijo para AMIGA LUIZA(n sei poque eu adoro este nome)
Fique com DEUS!
meu filho tem 4 anos e asperger descobria pouco mas ja desconfiava com seis meses parecia cego nao olhava quase com um ano cego,hoje sei que e asperger uma inteligencia acima da media faz tudo sozinho come sozinho vai no banheiro,adora beijar e abraçar nao gosta muito de roupas em casa vive de cuecas, mas na rua tudo bem desde que ele escolha suas preferidas,manipulador entra na internet sozinho aprendeu de ver a gente ,e adoravel mas na escola creche eo esquizito tem um pouco de tiques movimento de cabeça as vezes esta melhorando com risperidona, bom ja passei por tudo agora vejo os olhares de la vem a mae do altista sabe … fico triste nimguem sabe como e ate ter um filho assim. sei que vai longe mas os preconceitos sao muitos ,hamm… meu marido deve ser pois e muito timido sempre foi ,fomos apresentados ,mas nao tem tiques e muito inteligente ,meio estranho as vezes pouco romantico,mas nos damos bem apezar de tudo nao sabia nada sobre asperger comecei aler por causa de meu filho tenho dois e e genetico pois todos os filhos dele tem uma peculiaridade ate o mais velho meu entiado hoje toma remedio esta bem mas eu sei…que e alguma coisa deste seguimento apesar da mae dele nao falar ,mas acho dificil parei de trabalhar para poder ajudar meu filho pois requer muita paciencia quase exaustao da mae mas espero que no fi,m de tudo certo pra ele. nao aconselho ter filhos so se for menina da menos em meninas,bom nem sei oque pensar as vezes estou buscando ajuda lendo tudo sobre o asunto …boa sorte pra todos asperger do mundo abraçao…
Caro Pedro Henrique, força meu caro. Minha filha tem 6 anos, e em menos de 4 meses de dieta SGSC e terapia son-rise, ela parece ter evoluido uns 3 anos!!! Evoluiu muito, menos birras, olha nos olhos, entende tudo, pede as coisas. Ainda não fala, mas está se encaminhado p isso. Não perca as esperanças nunca. Faça a tal dieta, consulte com Dra Simone Pires, faça alguma terapia comportamental e aplique em casa mesmo. Voce vai ver. Para muitos o autismo tem cura, mas mesmo p os que não se cura pode-se reduzir bastante os sintomas. acredite! abração. atenciosamente, gilberto, pai de Luiza, floripa/SC.
Em alguns momentos pensei em desistir,mas olhando para o Leonardo descobri q não posso,é uma luta difícil,onde o preconceito é grande ,as pessoas apontam meu filho e tudo q ele faz na escola é o fim do mundo,até parece que nunca uma outra criança pudesse ter alguma atitude como a dele.Estou passando por cima de tudo isso,mas tenho certaza que outras aprovações terei q passar,mas tenho uma certeza…não irei parar de lutar….bjus
Pedro Henrique e Telma, não deem atenção a coisas menores que possam desviar seu foco do seu caminho!
Pense que pessoas como nós (pais de crianças especiais) não temos tempo a perder com individuos doentes na alma.
Sigam sempre o bom caminho, que dia a dia as recompensas chegarão. Vcs ja estão de parabéns por tudo que ja fizeram e
tenham certeza ainda ha muito oque fazer. FORÇA SEMPRE.
Elaine,foi muito bom ler seu depoimento pois tem horas que a gente pensa que esta dando o máximo e quando tomamos conhecimento dos fatos compreendemos que temos que nos
empenhar muito mais.
Obrigado por colocar meus pés no chão.
Parabéns a vc e seu marido e continuem a nos ensinar o caminho
Luiz, Gilberto…fico orgulhosa de ver pais (homens) se impregnando de amor e vencendo seus proprios medos. Isso é lindo demais.
Eu estou honrada do depoimento estar aqui, me lembro do dia que conheci uma das irmãs maravilhosas do Luiz lá no Rio no Congresso do Dr.Shaw ha uns 2…3 anos atraz, e depois a gente se juntou num grupo de maes e familiares…pra aprender sobre metabolico.
Nessas voltas da vida, a gente encontra essas pessoas maravilhosas e seus autistas maravilhosos.
Deixem que a criança comande, deixe que a criança seja o professor de vocês, divirtam-se com isso.!!! Isso tem sido mágico na vida de meu filho e da minha familia, embora pareça loucura aos outros.
Haydee querida
que maravilha ver teu depoimento apaixonado, tb ooo moço lindo hein…pois bem, beleza é definitivamente uma caracteristica autista…será que consta nos Manuais médicos???
Ficamos felizes com os depoimentos aqui relatados. Temos o Breno (8 anos) que já iniciou a DSGSC, porém precisamos de mais orientações sobre o assunto.
Onde fica o consultório da Dra Simone Pires, para que possamos contactá-la. (endereço e telefone)
Um grande abraço a todos.
Fiquem com Deus.
Meire- Mãe do Breno e da Camila (11 anos).
Já nos falamos algimas vezes por e mail,porém vc sumiu
ainda não consegui vervsua apostila sgsc,pode?como acessar?bls
BIM DIA
ESTE DESABAFO NÃO TEM INTUITO DE ARRECADAR DINHEIRO, APENAS QUEREMOS DIVULGAR OS PRECONCEITOS EXISTENTES EM ÓRGÃOS QUE DEVERIAM LUTAR CONTRA
GRITO DO CORAÇÃO
Já fazia algum tempo que nós, meu marido e eu, decidimos adotar uma criança, sermos pais do coração. Contratamos advogada e entramos com pedido de habilitação para adoção junto ao Fórum. Entramos na lista de espera, mas nunca chegava a realização de nosso sonho.
Já estávamos muito ansiosos, quando então tomamos a decisão de por para fora um grande desabafo. Escrevemos, falamos, divulgamos o nosso grande sonho e as dificuldades em realizá-lo.
Quando meu esposo Vanderlei colocou no Quadro Mural da empresa onde trabalha, uma funcionária leu e nos procurou dizendo que sua cunhada estava grávida de gêmeos mas não podia ficar com eles, pois não eram filhos do seu companheiro e eles não tinham condições de ficar com os bebês
Meu coração deu pulos de alegria e ao mesmo tempo de medo de que me desapontasse caso ela voltasse atrás e quisesse ficar com as crianças.
Mas tudo deu certo, a mulher veio para que a conhecêssemos, e no dia que a conheci faltavam sete dias para completar 7 meses de gestação. Coloquei a mão em sua barriga e acreditei que aqueles bebês seriam nossos filhos. Aceitamos sem perguntas e sem imposições, pois eles poderiam ter problemas sérios de saúde. Mas a emoção foi maior que a razão. Não pensamos em nada, só aceitamos aquele presente divino, queríamos eles.
Na noite deste mesmo dia as crianças nasceram, muito frágeis porque eram prematuras. Tiveram que ser levados para hospitais da cidade vizinha, onde havia mais recursos para cuidar deles, pois precisavam de cuidados especiais. Nasceram dois meninos, Bernardo e Gabriel.
Bernardo, pequeno mas cheio de saúde, muito lindo. E Gabriel, mais frágil, teve complicações e em conseqüência do tratamento para infecção pulmonar perdeu a audição. Além disso teve fortes crises de epilepsia, resultando em uma síndrome chamada WEST. Mas, ele foi um guerreiro, forte e persistente, aceitou o tratamento e junto conosco lutou e venceu a síndrome, mas os problemas neurológicos ele continua na batalha para superar.
Foram muitas idas e vindas até hospitais de São Paulo e de Porto Alegre com o objetivo de habilitar o Gabriel para realizar o implante coclear. Apesar das avaliações positivas dos médicos e fonoaudiólogos, fomos comunicados de que o Gabriel não preenche os requisitos do SUS para realizar o implante devido ao seu déficit neurológico. Segundo o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, é anti-ético implantar uma criança com problemas neurológicos, sendo que na fila de espera existem muitos pacientes que têm apenas surdez. Isso nos deixou muito tristes.
Só que para nós é ANTI-ÉTICO não efetuarem o implante no Gabriel por causa do problema neurológico, pois estão tirando a chance de ele ter melhor qualidade de vida, de receber estímulo auditivo, que seria muito importante para ele.
Fala-se tanto em qualidade de vida, mas na hora que procuramos nos deparamos com um NÃO.
Nós não aceitamos, ele é guerreiro, vitorioso, nasceu para vencer, merece uma chance e nós também, pois a cirurgia é muito cara e não temos dinheiro para implantar nosso Gabriel.
Por favor, ajudem-nos a fazer o Gabriel ouvir e assim ter uma vida melhor.
VANDERLEI SBARDELOTTO/ RITA CRESTINA ANGELIEIRO
TAPEJARA RS
fones: 54 33442874-91744184-91678196
Vande!
Todas as vezes que leio algo sobre os teus filhos ou ouço você falar neles sinto meu coração se encher de sentimento, não somente pela história emocionante do Gabriel e do Bernardo, mas principalmente pela emoção com que vocês vivem juntos essa história.
Falar é fácil pra quem não sente na pele, não é mesmo? Deve ser isso que pensam aqueles que não se comprometem com o tratamento do Gabriel.
Deixo aqui o meu apoio, acredito que nada é impossível quando se acredita que vale a pena. E quem conhece o Gabriel sabe que vale a pena, por ele, pela saúde dele, por vocês que lutam diariamente para que ele tenha o melhor. carina
Olá amigos, meu nome é Natacha, sou uma argentina de 31 anos. Estudo português e no outro dia, pesquisando algumas dicas para o estudo, encontrei este blog. Senti curiosidade e acessei. Depois de ler todos os depoimentos, devo confessar que a emoção me atingiu, na verdade não tenho palavras para vocês, são realmente exemplos de luta, mas sobretudo de AMOR. Se bem eu não tenho um familiar com autismo, posso entender de alguma maneira o que é lutar. Há algum tempinho fui diagnosticada com diabetes, e confesso que é bem difícil carregá-lo. É um combate corpo a corpo, sem armas, mas a guerra pode ser ganha diariamente.
Uma vez me disseram que são necessárias as pedras que ficam no meio do caminho da correnteza do rio, pois se elas não estivessem aí a correnteza viraria muito forte e arrastaria tudo ao seu passo. E é isso mesmo! Às vezes o destino põe na nossa vida provas e pensamos que não somos capazes de sorteá-las. Mas cada um tem que se arriscar para acertar no alvo. E olha se deu certo! Vocês souberam combater a esse inimigo.
O trabalho duro e o esforço garantem bons resultados. Está na cara. É só ler as suas testemunhas para acreditar no que é capaz o amor.
Aprendi que não há nada nem ninguém que possa me restringir. Que o céu é o limite. Que nada é impossível se contamos com o apoio da nossa família e amigos. Infelizmente, este mundo gira ao redor da burocracia e do dinheiro… Mas os verdadeiros milionários são os seus filhos, já que graças a vocês, conseguiram-se formar vencedores, pessoas triunfantes cheios de alegria, que lutam por se superar no dia-a-dia.
Da Argentina, envio o meu apoio e carinho a todos vocês. Pois acredito que não há obstáculo que nos impeça realizar o nosso sonho. Agradeço a vocês por ter compartilhado as suas vitórias!!
Me desculpam se meti o meu nariz onde não devia, mas realmente, tiro o chapéu por vocês.
Beijão.-
Oie! Bom dia! Meu nome é thamyres, tenho 16 anos vou contar um pouco sobre mim .
Quando eu tinha 15 anos eu engravidei. Era meu sonhor teer uma filho mas a minha gravidez foi muito complicada portanto quando meu filho nasceu, ele teve infecção no sangue. Chorei muito. Quando foi no sengundo dia de nascido eu descobri que ele tinha Sindrome de Dow e pra mim foi uma noticia muito triste, eu entrei em depressão. Quando ele tava com 15 dias de vida eu descobri que ele tinha sopro no coração e a médica falou que ele não ia escutar, que tudo nele ia ser lento mas tudo que ela falou era mentira. Meu filho tá bem, é lindoo, tem 5 meses, a gente fala com ele e ele ri muitoo. Ele é muito fofo, eu amoo ele muitooo e eu tenho certeza que eu e ele juntos vamos vencer tudo pela frente .
Vcs, que têm um filho especial, nunca desistam dele pq eu jamais vou desistir do meuuu! beijos á todas as crianças (L)
Olá, estive também no congresso biomédico em São Paulo pois meu filho de 2 anos teve recente diagnostico de autismo. Estou há 30 dias em dieta SGSC , onde tirei ambas de forma radical e vi melhoras surpreendentes no Gabriel. No entanto ainda tenho dificuldade em substituir o leite pela manhã e o bolo á tarde e acaba oferecendo só suco e frutas( coitado o mesmo não reclama de nada ). Li no site de culinária que a karla tem uma apostila diagramada contendo receitas incriveis e gostaria de solicita-la.
Vocês podem me ajudar ?
Beijos, Benícia
Olá amigos!!!! Faz tempo que eu não passava por aqui, né? Recebi por e-mail umas frases bem interessantes que me ajudam a entender certas coisas enquanto vão acontecendo, então resolvi passar por aqui rapidinho para compartilhar com vocês! E também para vocês ficarem sabendo que, se bem eu ultimamente não tem tido muito tempo, não me esqueço de vocês amigos! Aqui ô:
1. Para obter algo que você nunca teve, precisa fazer algo que nunca fez.
2. Quando Deus tira algo de você, Ele não está punindo-o, mas apenas abrindo suas mãos para receber algo melhor.
3. A Vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não possa protegê-lo.
Beijão da Argentina para todos!!!!
Ola, hoje com praticamnte 10 meses de tratamento biomédico (dieta SGSC + suplementos), além de metodo padovan, equoterapia e muito amor, minha filha Luiza de 6 anos de idade evoluiu muito. Dorme bem todas as noites (das 20h as 6h30min – sempre). Entende o que agente fala, executando pequenas tarefas sozinha, como deixar as coisas no lugar, andar perto da gente, vir qdo chamamos, escovar dentes, tomar banho, tirar a roupinha e tênis, comer de garfo, guardar brinquedos, olhar nos olhos sempre, beijar, abraçar, brincar como toda criança, não faz mais nenhuma birra, toma seus remedinhos naturais, enfim, ta numa melhora incrível. Solta muitos sons e acreditamos que está em vias de começar a falar. é carinhosa, esperta e cuidadosa. Estamos muito felizes, eu e núbia, com o crescimento da Lu e sabemos que ela vai melhorar ainda mais! abraço a todos e continuemos na luta!
gostaria de publicar a minha experiência como mãe de autista como faço isso gostaria muito de compartilhar minhas experiências …abraços
Gostaria de obter o telefone da Dra. Simone Pires.
Obrigada,
Marcia
Olá Marcia, obrigada pela visista! Sobre sua pergunta, melhor colocarmos aqui os dados da Dra. Simone, assim quem quiser, anota!
Sua secretária se chama Roseli.
Simone Pires
Av; São Gabriel 201, conjunto 1007
Jd. Paulistano – São Paulo
F: 11- 3704-7317 / 3704-7318
msfpires@uol.com.br
Júlio é meu filho mais novo, está com 7 anos, e na 2ª série de uma escola municipal, em Carapicuiba. Na tal “INCLUSÃO”…
Hoje ele faz: ecoterapia, hidroterapia, Caps-I, e na próxima segunda-feira iermos fazer fono na USP.
Até aqui já passamos por muitas etapas.
beijos
Simone Alves
Mãe do Júlio 7a, e Vinícius 15a.
Meu nome é Simone,sou mãe do Júlio diagnosticado autista aos 2a. e 9 meses.
Ola assisti um filme emocionante, no qual a protagonista é uma menina com autismo. Ela é a heroína que aprende a lutar assistindo as pessoas lutando e filmes de fung fu. O filme emociona e apesar da pancadaria vale a pena assistir. Para mim foi ânimo a mais. Eles vão longe. Mas vai ter gente q não gostará do filme, faz parte!!
aqui a sinopse:
Zin (Ammara Siripong) é uma integrante da máfia tailandesa que foi expulsa da organização após se envolver com um membro do alto escalão da Yakuza, Masashi (Hiroshi Abe). Ela engravida de Masashi e dá a luz a Zen (Yanin “Jeeja” Vismitananda), uma menina que nasceu com autismo, mas com uma incrível habilidade de aprender a lutar apenas com sua memória fotográfica. Por causa do problema da filha, Zin resolve levar uma vida normal como mãe solteira, longe da gangue. Anos depois, Zin fica doente e deixa Zen sob os cuidados de Moon, um amigo de infância de Zen. Certo dia, Moon descobre um velho caderno com as anotações de Zin com os nomes de várias pessoas que lhe deviam dinheiro, o que veio bem a calhar, pois o tratamento de Zin é extremamente caro. Assim, Moon vai tentar cobrar essas dívidas do modo tradicional, mas como ninguém quer pagar por bem, a fenomenal Zen entra em ação e espanca todo mundo!!! Com toda a encrenca causada por Zen, o chefão da máfia vai tirar satisfações com a mãe dela. Zen parte então para resgatar a mãe e enfrenta a gangue inteira!!!…
Meninas, como este blog está lindo!! Faz tempo que não passo por aqui, me emocionei com os depoimentos! Tenho mais novidades do Pedrão adolescente, se quiserem é só me escreverem. Coisinhas bobas, como baladas, happy hour, cinemas, almoços com amigos, por aí……ah, ele já está em dia com o serviço militar, rsrs.
Beijos e mais sucesso ainda!
Gostei muitíssimo de ler todos vocês.
Alegria, perseverança, conforto, fé e esperança, são esses sentimentos que nos tocam quando estamos aqui!
Um beijo no coração de cada um de vocês.
Edna Coimbra (Vovó do Nathan Naum, oito anos, AUTISTA)
Olá, que prazer! Estava eu imprimindo fotos de enceradeira p o Gui, qdo ele apontou uma figura de medo. Eu disse, mas isso não é enceradeira. Não sei pq ele insistiu, até q cliquei e fiquei impressionada ao ver o filminho do medo da enceradeira. Pq é mto igual. Até fisicamente parecido c o Gui qdo tinha essa idade. Gui ja teve umas 10 enceradeiras, elas acabam se desmanchando de tto ele brincar. Hj tem 3 inteiras e 1 condenada. Autista de 23 anos, ele sempre admira e quer possuir as coisas das quais tem medo.
Sou testemunha de quanto Luiz Junior tem melhorado e progredido…
Tenho certeza de que o amor,a dedicação,a espiritualidade,a família,a união,as mães,o pai,as irmãs,a dieta,os profissionais especializados formam um conjunto importante e impressindível às aquisições das novas habilidades,mas o mais importante é a fé em Deus,nosso criador!Com Ele,tudo podemos!
Em nenhum momento podemos esmorecer,nem desistir…
A tarefa é árdua, mas faz crescer!
Parabéns Karla e Luíza,que auxiliam tantas pessoas ,com sua luz resplandescente!!!
Oi, Pessoal.
Parabéns pelo Blog. Através dele fiquei sabendo da dieta e da Dra. Georgia Regina, pediatra. Encontrei o endereço do consultório dela e já levei meu filho lá. Thomas tem 7 anos e, caso raro, começou a apresentar mais fortemente os sinais de autismo a partir dos cinco anos. Antes disso, traços de personalidade que achavamos estranhos hoje nos sugerem que era Asperger, com desempenho de alta funcionalidade, mas sucessivas mudanças de cidades num curto espaço de tempo – 3 – e escolas não preparadas desencadearam um processo de imersão no problema que parecia não ter fim. Hoje estabilizamos Thomas, mas o estrago já foi feito. Vendo o blog de vocês entendí o quanto ainda estamos longe de uma estratégia mais efetiva e eficiente. Por isso procurei a Dra. Georgia.
Entraremos na dieta ainda esta semana, toda a família, inclusive a empregada-babá. Já achei o site da Claudia Marcelino (até encomendei o livro) e vou por a mão na massa. Não posso desistir. Mas o importante é ter qualidade de vida, o que não vinha ocorrendo até aqui. Isso é o mais importante. O resto a gente vai resolvendo.
Gostaria de trocar idéias, principalmente com quem usa o Son-Rise e o método Padovan, se estão gostando, etc. Estou iniciando um blog em http://mardeestrelas-fbart.blogspot.com (ainda está vazio, mas esta semana já vou postar). Penso em colocar alí a nossa experiência com a dieta e divulgar informação. Penso também em chamar a atenção para a causa da inclusão escolar. omo bem disse a Elaine, mãe do Lucas, “Inclusão – outro capitulo….daria um livro!”. Faço dela as minhas palavras.
Obrigado. De alguma forma o blog de vocês me ajudaram a decidir por um novo rumo para a nossa jornada. E ele está incrível!
Abraços calorosos,
Fernanda
Estou mergulhada naquele momento de amealhar informações, buscar referências, encontrar pessoas iguais. Vinícius é meu sobrinho muito especial de apenas 2 anos e 4 meses. Confirmamos o diagnóstico há dois meses, mas já sabíamos que ele era autista pelo padrão descrito na maioria deles.
Tenho algumas questões que me causam uma ansiedade ímpar em querer ajudar meu irmão Jair e minha cunhada Socorro: em novembro de 2006 eles perderam o primeiro filho Guilherme aos 07 meses de vida com um pinealoblastoma, um câncer na pineal. Quando ela engravidou todos nós tínhamos ao mesmo tempo a certeza de que tudo daria certo e um certo temor pelo que eles haviam vivido. Eu acompanhei o Guilherme nos últimos dias e, para foratlecê-los eu lhes disse que outro filho haveria de vir e que eles conseguiriam superar a dor. Vinícius nasceu forte em 08 de abril, dia da luta internacional contra o câncer. Confesso que isso me deixou intrigada, mas o que de mais poderia ser? Ele teve um desenvolvimento normal até quando minha outra irmã me disse que ele “era estranho” e “não gostava de ninguém”. Ficamos apreensivos. Analisamos o comportamento, lemos alguma coisa sobre autismo e partimos para a parte mais difícil que foi conversar com os pais sobre o que poderia ser. A muito custo conseguimos convencê-los a levarem o Vinícius a uma neurologista. A consulta foi demorada e esclarecedora. Doeu-me ver em meu irmão algo muito maior que a incredulidade e sentir o mundo se fechar dentro de minha cunhda. Dentro do carro o pranto se rompeu e choramos juntos! Queria poder muito mais que compartilhar, queria poder ajudar e aqui estou numa luta insandecida pelo conhecimento. Tomei conhecimento da dieta SGSC, do Son-rise e me enchi de esperanças. Li relatos de pais e me conformei com o desafio. Acontece que não sou eu a mãe e talvez eu possa fazer menos do que pretendo para auxiliá-los porque eles moram no interior de Pernambuco, possuem pouca condição financeira e pouco entendimento. Serei interface e lhes peço ajuda com informações importantes e troca de experiências para que consigamos superar as barreiras postas: uma cidade pequena, recursos escassos, limitações dos profissionais envolvidos – disseram para minha cunhada que não sabem lidar com autista tão novo, pois que na única fundação que atende toda sorte de particularidades do comportamento, só “pegam” crianças acima dos 4 anos.
Preocupa-me perder este tempo da descoberta antes dos 3 anos.
Espero esperançosa por vocês!
Marilene Martins
Oi, posso divulgar a ONG que estamos montando???
O Grupo de Apoio e Inclusão de Autistas nasceu do encontro de pais de pessoas com autismo, que experimentam no dia-dia a falta de terapias e escolas adequadas aos seus filhos. O primeiro contato se deu pela rede mundial de computadores, no ano de 2009, mediante contato estabelecido por comunidades e fóruns. Nessa ocasião, familiares da região de Santa Catarina começaram a interagir entre si, tendo em vista a troca de idéias e experiências com relação ao autismo.
Em maio de 2010, alguns pais começaram a promover palestras sobre autismo, gratuitas e abertas ao público em geral. Esses eventos aconteciam um sábado por mês, quando profissionais de áreas diversas palestravam sobre autismo.
Nessas palestras foram tratados os seguintes temas: “Como as Crianças Portadoras de Distúrbio do Espectro do Autismo Vêem o Mundo” – Gisele Tridapalli (psicóloga ABA); “Linguagem e Desenvolvimento de Aptidões de Comunicação” – Bianca Durieux (fonoaldióloga); “Autismo Infantil, como Detectar? Avaliação e Diagnóstico” – Thiago Demathé (pediatra e professor do projeto Terapeutas da Alegria-UFSC); ”Autismo e Genética” – Pricila Bernardi (Geneticista do HU da UFSC); “Uma conversa sobre: Birra, agressão, frustração e procupações; compulsões, rotinas e rituais; maneirismo e movimentos repetitivos” – Maysa Guerra (psicopedagoga e terapeuta ocupacional); “A importância da Atividade Física Adaptada e Saúde com enfoque ao Autismo” – Ricardo de Almeida Pimenta (especialista em Atividade Física Adaptada e Saúde e em Fundamentos Curriculares da Educação Inclusiva).
Tais eventos, além das palestras, oportunizaram espaço para discussões sobre as necessidades terapêuticas dos autistas, carências nos atendimentos, nas dificuldades de inclusão, nas poucas vagas oferecidas pelas instituições existentes na região, etc. A partir das discussões, surgiu a idéia da necessidade de se criar uma Organização Não Governamental – ONG voltada para o atendimento de autistas da região da Grande Florianópolis. Assim, alguns pais e outras pessoas interessadas começaram a se reunir separadamente das palestras tendo como objetivo a criação de uma ONG.
As reuniões aconteciam uma vez por mês, sendo nelas planejada a estruturação do Grupo de Apoio e Inclusão de Autistas – GAIAS, cujo objetivo precípuo é o apoio a pessoas com AUTISMO e demais Transtornos Invasivos do Desenvolvimento – TID, bem como aos seus familiares, no que concerne à inclusão social, escolar e cultural, ao diagnóstico precoce, à disseminação da saúde, ao empreendedorismo, à pesquisa, à defesa dos direitos, ao desenvolvimento para sua inserção na sociedade, propiciando uma melhor qualidade de vida e sustentabilidade.
No dia 2 de abril comemora-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, decretado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, nesse dia, em todos os países do mundo, são realizados eventos de conscientização. No Brasil, praticamente todos os Estados da Federação realizam eventos nesse dia, inclusive Santa Catarina. Em Florianópolis, o GAIAS, no dia 2 de abril de 2011, em conjunto a Associação Amigos do Autista – AMA – e outras instituições, realizou uma passeata na Avenida Beira Mar Norte, com distribuição de panfletos sobre o autismo.
O GAIAS realizou contato com a diretoria do Avaí Futebol Clube, a fim de buscar apoio na divulgação do Dia Mundial de Conscientização do Autismo, desse modo a instituição concedeu espaço para o Grupo e no dia 3 de abril efetuou-se panfletagem sobre as características do autismo. No dia 17 de abril, durante o jogo entre Avaí e Concórdia, autistas e seus familiares entraram em campo, com faixas de conscientização. O time de futebol do Avaí veio a público para manifestar apoio à causa.
No dia 12 de julho de 2011, a psicóloga do GAIAS Gisele Tridapali realizou uma palestra para educadores e outros profissionais na Escola Flor do Campus, localizado na Universidade Federal de Santa Catarina. No evento foram abordados os aspectos gerais do autismo, como o histórico da síndrome, sintomas, diagnóstico, prognóstico e terapias, além de ressaltar a importância de uma inclusão com professores capacitados. A palestra foi realizada de forma que os participantes pudessem ter suas dúvidas sanadas. Esse tipo de evento em escolas é uma das metas do GAIAS, quanto a divulgação do autismo e capacitação de profissionais.
O grupo tem se fortalecido progressivamente e recebendo novos integrantes, como pedagogos e professores de educação física, todos motivados pela causa dos autistas e direcionados à conquista de seus direitos por parte desse grupo, já que admitimos que todos os indivíduos, sem exclusão de nenhum grupo, têm direito a uma vida de qualidade e dignidade.
Para manter o fortalecimento, fazemos reuniões mensais e outros encontros conforme surgem necessidades. Além disso, utilizamos a rede mundial de computadores, por meio de um grupo de correio eletrônico, a fim de dialogarmos e expormos nossas idéias e propostas, colocando-as em prática.
Para este ano, desejamos realizar atendimentos com teacch, fono e educação física adaptada para pessoas com autismo.
OI TENHO UM FILHO AUTISTA ,ELE E MINHA RAZAO DE VIVER E PORISO QUE EU TO NUMA LONGA CAMINHADA COM ELE ,ESTA EM TRARTAMENTO FAZ 5 ANOS E NADA FOI FALADO MAS COM FÉ EM DEUS EU SEI QUE EU E ELE IREMOS VENCER TUDO OSD QUE NOS AGUARDA.
Tenho um filho de 4 anos diagnostico autismo(asperger), ele é muito fofo, adora brincar de fazer cosquinhas, dar beijinhos abracos é muuuuuuuuuuuuuito inteligente. Faz terapia. Deus colocou um anjo em nossas vidas chamado Priscila, psicologa comportamental, meu filho parou de comer comida durante um ano, só queria comer salgadinho, bolacha doce, tomar suco só de uma determinada marca, foi qdo eu a conheci, em menos de 2 meses de terapia meu filho voltou a comer, entende tudo que pedimos a ele os rituais diminuiram muito e estamos sabendo lidar com os novo pq sempre surgem, mas com as orientacoes que recebemos dela eles vao embora rapidamente, estamos trabalhando para melhorar a socializacao e para que ele consiga expressar o que sente. Tenho certeza que com a intervencao do anjo chamado Priscila teremos resultados positivos em muito breve.
Quando foi fechado o diagnostico do meu filho eu e meu marido ficamos muito aflitos de como seria o futuro de nosso amado filho, de quais seriam as suas limitacoes. Sou evangelica e na epoca ficava pedindo para que Deus curasse meu pequeno, passei várias noites orando pedindo por ele chorava muito. Assistindo á um filme vi uma cena que nao tenho a menor dúvida que Deus falou comigo, nao me lembro o nome do filme, estava passando pelo meu quarto e resolvi prestar atencao naquela cena, em que um homem falava com uma mulher aflita com seu marido que estava tento atitudes esquisitas as pessoas achavam que ele era louco e a mulher dele tinha dúvidas em relacao a sanidade mental do seu marido pois pra
ela ele so estava passando por um momento difissil, foi qdo este homen que ela nunca tinha visto lhe disse “nao fique pedindo para que Deus traga a cura já que até mesmo vc tem dúvidas sobre a sanidade de seu marido, as vezes Deus nos coloca em determinadas situacoes para nos dar sabedoria, vc convive com este homem a mais de vinte anos este é o momento de mostrar o quanto vc e seus filhos o amam”. Foi entao que ela entendeu que aquele momento ela tinha que ficar ao lado dele, ela e toda a sua família, isso fez com que eles ficassem mais próximos, mais unidos que nao seria qualquer dificuldade que iria separá-los estavam juntos como uma faília deve ficar diante de seus problemas.
Foi ai que entendi como uma luz, Deus falou comigo! Filha nao pessa a cura! Foi ai que comecei a pedir a coisa certa, Deus me de sabedoria para lidar com meu filho,foi quando o anjo Priscila entrou em nossas vidas e vi que tudo iria dar certo que meu pequeno tera um futuro brilhante.
Uma frase que o neuro usou qdo se fechou o diagnostico do gustavo foi “Nao rotule seu filho, nao cole nele uma etiqueta de asperger, esse diagnostico serve para sabermos como lidar com ele, do tipo de tratamento que ele irá precisar, pense que ele sera sempre uma pessoa com algumas esquisitices, como eu tenho nao uma mas várias manias esquisitas e tenho certeza de que vc e várias outras pessoas tb tenham. Bjs a todos e que Deus de muita sabedoria a todos nós.
Olá Pessoal!
Meu nome é Jocemar Sou de São José/SC e acabo de receber a noticia que minha filha de 2 anos tem autismo leve… meu chão simplesmente caiu. Não tenho muitas informações, mas uma vontade louca de escrever e compartilhar esse momento aqui, depois de ler todos esses depoimentos. E buscar mais e mais informação sobre.
Estou realmente sem um norte para poder começar. Para piorar minha filha não mora comigo, mora com a mãe dela (que infelizmente não se dá comigo e quer ver eu o mais longe possível). Estou em uma batalha diária e creio que isso é algo horrível para o desenvolvimento da minha filha.
Havia uma desconfiança da neuro-pediatra a uns meses atrás sobre esse grau de autismo. Que hoje veio o laudo confirmar(26/06/2012 hoje aniversário da minha filha).
A Julia minha filha, ela ainda não fala, mas é muito carinhosa comigo, pega pela mão para poder brincar, adora subir nos móveis. Tem horas que ela só faz o que quer e não escuta ou parece se fazer de desentendida.
Tem dias que ela olha nos meus olhos e até já me deu beijinhos, agora tem dias que ela não quer nada com nada. Ela come de tudo, mas tem dias que come no almoço muito pouco. Aí somente a mamadeira com farinha láctea resolve.
Amo de mais minha filha… e na verdade estou com medo. Medo pela pouco informação, medo por não saber direito o que fazer. Ainda mais com a barreira que tenho enfrentando com a mãe da Julia.
ola
ainda me é muito dificil escrever publicamente sobre algo que me aflige ha algum tempo, ate por medo de rotular meu filho amado a algo tao forte e vitalicio. Coisas de que tenho certeza que todos que estao aqui passaram ate se acostumarem com tal condicao. Depois de os dois anos de idade, o atraso na fala de meu menino me levou as pequisas que levavam ao autismo. Ate entao ignorava as caracteristicas deste disturbio, me atendo ao modelo classico da falta de interesse de relacao interpessoal, e logo descartava a leitura. Comecei depois a perceber os “tiques nervosos”, como ainda insisto em falar. Poderia ser por causa da chegada do irmaozinho que se deu quando ele estava com 1.11 anos. Enfim, resumindo: fomos a 2 neuropediatras, 1 psiquiatra que me falaram que ele tem algumas caracteristicas de autismo, mas muitas nao. Esta no espectro. Ainda fui a uma psicologa e psicanalista que realizou 8 sessoes com meu filho para diagnostico(os outros nao fecharam diagnostico, e foi so uma consulta). a psicologa disse que nao era autista. que era um disturbio psicologico que teve nos primeiros 6 meses de vida, pois EU nao falei muito com ele ou por ter assitido muito a dvds. Embora um absurdo pra mim, uma mae extremamente dedicada, amorosa e superprotetora, pensar que possa ter causado tamanho mal a meu filho, acabei aceitando tal diagnostico pois era uma negacao ao de autismo.( OBS. pais que estao lendo este depoimento, por favor me isentem de julgamentos, falo com todo respeito e amor do mundo a todas as criaturas que tem tal diagnostico e aos pais das mesmas. Sinto na pele o que é, e sei que embora lutemos com todas as forcas, prefeririamos que nossos filhos amados desejados e projetados, nao tivesses que passar por isso). enfim, esta ha dois meses frequentando escolinha, tem acompanhamento semanal e na escola com foono, e frequentamos a pesicologa para diminuir suas repeticoes e diversificar interesses. BEM, ACONTECE QUE AINDA, LA NO FUNDO, ALGO ME DIZ QUE NAO E POR AI. QUE EXISTE SIM ,MUITA SIMILARIDADE COM O QUADRO DE AUTISO, E O FATO DE NAO ESTAR ENCARANDO E ACETANDO ISSO DE FRENTE ME CAUSA UMA SENSACAO DE PARALIZACAO INTERNA, INDESCRITIVEL, MAS CREIO QUE CONTO COM A EMPATIA DOS QUE ME LEEM.
Vou descrever brevemente os sintomas do meu amado filho, e em seguida, lancar um apelo:
- ele tem interesse notorio e maior por carrinhos, carros, etc. fica passeando com os carros pro tudo que e local, imita ons sons que o carro faz. ele se faz de carro quando para em frente a parede, imita o meu sensor de ré, e caminha para traz. é fissurado por garagens. tudo pra ele que for plano, retangular e/ou de grade, vira uma garagem, nas quais ele faz o movimento de abrir e fechar, passa o carro pra dentro e pra fora. Porem, comecou a falar poucas coisas ha dois meses, e ja inclui palavras, ainda que poucas vezes na brincadeira, tipo: tchau papai.
- estrala a boca muuuuuitas vezes ao dia, imitando o somm do que acho que seja a seta/triangulo do carro. algumas vezes bate com a mao no peito. mas o som da seta é constante e diario.
-quando era menor, girava rodas catavento, panelas. mas ainda nao sei distinguir se nao era apenas uma coisa de crianca curiosa, pois nao era nada demasiado.
-comecou este fim de semana a querer ficar sempre segurando um carrinho. qualquer, nao sempre o mesmo. as vezes consigo distrai-lo e nao percebe a ausencia do carrinho.
- passou a comer bem menos que o usual, mas aceita diversos alimentos.
olha muito pouco nos olhos, mas olha. porem, quando brincamos de esconder, ou de “vou te pegar. morder, beijar”, aviao em meus joelhos, mantem o olhar por mais tempo.
- nao respondia quando o chamavamos pelo nome. hoje em dia, , as vezes nao olha, mas na maioria das vezes, ja olha. porem, se entretido na tv, ou numa dessas brincadeiras de carro,parece que nem escuta.
bem, sei que o que listei, sao caracteristicas do disturbio,mas em contrapartida:
-ele e extremamente carinhoso, abraca, beija, se deixa ficar no colo, da tchau e chama pessoas nos carros ao lado do nosso, brinca com outras criancas, inita tudo que sua prima um pouco mais velha faz, interage com colegas na escolinha, aponta para pedir as coisas, emite sons como tchau tia, mae, pai, vem ca, vo, tchau coco, o nome de algumas professoras, da prima, agua, alo, quem e?…atende as nossas solicitacoes, entende tudo que falamos, e interessado em interagir com io irmaozinho, brinca com ele à maneira deles…enfim, caracteristicas que nao se enquadram no diagnostico.
Queridos, preciso de uma ajuda, auxilio, palavra amiga, orientacao, o que seja… Ainda gostaria de pedir ao Gilberto seu e mail, uma vez que sou de SC tambem. Agora mesmo vou ler sobre este son-rise e ate da dieta, pois esqueci de mencionar, que ele fica constipado quando toma leite. Com os derivados tudo ok.
Enfim, nem sei ao certo porque escrevi isso aqui hoje, mas tenho certeza e esperanca que algo ira acontecer e me dar outros rumos. Obrigada de coracao!
Ana
tem 1ano q descobri q meu filho hoje com 10 anos é altista para mim é muito dificil pos as vezes acho q tenho culpa le é muito inteligente mas tem muita dificuldades com pessoas e eu trabalho muito, assim fica dificil interagir ele com outras pessoas, minha filha de 7 anos tenta brincar com ele mas ele sempre acha ela uma ameaça, me sinto agora lendo esses depoimentos mas aliviada não sou só eu q paao por isso mas meu medo é como le vai casar , ter filhos e a faculdade ,se eu faltar le saberá se defender nossa ainda to com muitas duvidas desde já sou grata pela ajuda q encontrei aqui!
Sou mãe de um lindo menino diagnosticado no espectro do autismo.Como a maioria das mães percorri um caminho doloroso até chegar ao diagnóstico e depois em conviver com ele.Lutar sem descanso é a rotina de toda a nossa família.Conto com o apoio de todos e é claro de um marido e pai imbatível no quesito “Vamos conseguir”.Sei que ouvimos o tempo inteiro sobre terapias e teorias das mais diversas,muito dinheiro gasto e um resultado por vezes mais a mercê da nossa grande vontade do que propriamente real,mais posso garantir que a terapia do amor,da afetividade é a mais efetiva de todas elas
Sou mãe de um lindo menino de 5 anos diagnosticado desde os 3 anos com sindrome de asperger. Graças a Deus conseguimos um diagnostico rápido, e uma terapeuta muito boa, antes do diagnostico meu filho fazia pouco contato visual, tinha várias manias, chorava muito ,tinha transtorno do sono falava muito pouco e não comia comida só queria mamadeira, suco só de uma determinada marca, salgadinhos e danete imagine a minha angustia. Foi quando decidi trocar de terapeuta e foi incrivel a melhora do meu filho, voltou a comer todo tipo de comida a expor suas preferencias, suas mania melhoraram muito antes não sabiamos como lidar com elas agora ele mesmo aprendeu a controlar e sabe a hora de parar. Na escola acompanha tudo com muita facilidade pois achamos que tem inteligencia acima da média é muito bom com números aprendeu várias palavras em ingles sozinho, tem muita intimidade com computador é impressionante! Um concelho aos pais de crianças com autismo, leiam, pesquisem, temos graças a Deus o privilégio da internet, porque quanto mais soubemos sobre esta sindrome mais saberemos como lidar com os nossos pequenos.pesquisem pesquisem muito. tem muita informacão na internet, indicações de terapeutas e fono, foi assim que encontrei esses anjos que me auxiliaram muito com meu filho foi atravez da internet que encontrei a escola do meu filho. tem indicações de livros leiam leiam……
Quanto mais informação tivermos mais indepentes ficarão os nossos ajinhos. um grande bj a todos, fique cm Deus.