A influência das toxinas para o desenvolvimento do autismo

O que é o autismo?

O autismo é um termo usado para descrever um espectro de desordens que são caracterizadas por alterações na comunicação, socialização e comportamento.

O autismo ainda é considerado por muitos como um transtorno psiquiátrico ou comportamental, uma síndrome que tem origem genética e cerebral.

Na verdade, o autismo é um distúrbio médico em todo o corpo, ligado a deficiências no sistema imunitário, sistema gastrointestinal, desintoxicação, mecanismos de reparação celular, entre outros desequilíbrios fisiológicos de todo o sistema. O autismo não está só no cérebro.

As profundas deficiências biológicas encontradas nos corpos de crianças com autismo se correlacionam com sintomas neurológicos e comportamentais.

Assim, ao abordar as deficiências biológicos subjacentes em uma criança com autismo (especialmente no que diz respeito aos sistemas imunológico e gastrointestinal) melhorias na função neurológica e comportamental podem ser vistas.

O que causa o autismo?

Embora nenhum grupo de cientistas, médicos e pesquisadores ainda não conheçam “a” causa do autismo (especialmente uma vez que é provável que seja muitas variáveis que são diferentes para cada criança), muitos especialistas em autismo estão começando a juntar as peças do quebra-cabeça.

A resposta para o que causa o autismo pode ser encontrada se olharmos para a origem (frequentemente ambientais) e deficiências biológicas graves vividas pelas crianças com autismo.

Por que as crianças com autismo têm essas profundas deficiências biológicas?

No momento em que os sintomas do autismo emergem, aparece também uma enxurrada complexa de problemas biológicos, que já está acontecendo. Em outras palavras, quando as funções cotidianas, como a linguagem, sociabilidade e comportamento são afetadas, outros processos mais fundamentais do organismo (produção de energia celular, digestão, desintoxicação, reparação celular, etc) já estão comprometidos.

É importante analisarmos os sintomas do autismo, não como as consequências naturais de uma condição genética fixa, mas como “gritos de socorro” enviados pelo sistema biológico que sofre uma “carga total” excessiva de estressores (tóxicos, emocionais, bioquímica, imunológica, etc).

Abaixo está um gráfico que ilustra muito bem os fatores ambientais que podem contribuir para o desenvolvimento do autismo.

A imagem inclui fatores como toxinas ambientais, dieta e nutrição, uso de medicamentos e outros. As vulnerabilidades hereditárias adquiridas e gatilhos ambientais que levam o autismo a variar de criança para criança.

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