CEASE – Tratamento homeopático para autistas

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Hoje vamos falar sobre a Terapia CEASE. Assistimos uma palestra sobre o assunto no congresso biomédico e este post vai falar sobre o que aprendemos lá.

Maria Helena Rossi começou sua palestra falando da vida de Hahnemann, o criador da homeopatia. Medicamento alopáticos acabam com os sintomas mas não curam e isso incomodava Hahnemann. Através da homeopatia é preciso ver a individualidade de cada ser: como ela age, pensa, herança hereditária, etc., para encontrar o melhor remédio e curar.

Em 1790, ao traduzir o tratado Matéria Médica, do inglês Willian Cullen, Hahnemann deparou-se com relatos sobre as propriedades curativas da quinina contra a malária. Hahnemann testou a substância em si mesmo e veio a desenvolver sintomas semelhantes aos da moléstia.

Hahnemann experimentou ainda outras drogas, como belladona, mercúrio, digital, ópio, arsênico e diversos medicamentos de uso corrente na época. Os testes confirmaram: cada remédio provocava uma doença similar àquela para a qual era ordinariamente receitado. Similia similibus curentur, ou “semelhante cura semelhante”. Hahnemann desvendara o princípio que iria revolucionar os métodos terapêuticos.

O médico dedicaria o resto de sua vida à premissa da cura pelo semelhante. Querendo fazer dela um método eficaz de tratamento, experimentava as substâncias, anotava seus efeitos no organismo e passava a utilizar as mesmas em doentes com sintomas similares.

Dizamização:

Atento aos tratamento dos seus pacientes, Hahnemann notou que, quanto mais afastado o domicílio dos enfermos, mais rápidos e eficazes se mostravam os medicamentos. A única diferença entre o remédio de quem residia próximo, para o remédio de quem residia longe, eram os sacolejos sofridos durante o transporte a cavalo.

Hahnemann concluiu que, se os processos de saúde, doença e cura são dinâmicos, o medicamento também deveria sê-lo. Sendo assim, as substâncias homeopáticas deveriam passar pelo – como ele batizou – processo de dinamização: ao serem preparadas, sofreriam batidas fortes e ritmadas para despertar a energia nelas contida.

Chamamos de “dinamizar” ao conjunto das operações de diluir e agitar soluções.

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Diluir: ao estudar a possibilidade de usar a Lei da Semelhança para tratar enfermos, Hahnemann logo percebeu a necessidade de usar pequenas quantidades das substâncias, já que elas próprias provocavam sintomas. Assim passou a diluí-las em uma proporção de 1 parte de substância ativa para cada 100 partes de diluente: havia criado as centesimais, hoje chamadas CHs, centesimais hahnemannianas. O pai da homeopatia cita o uso de água e álcool, ciente provavelmente da necessidade de conservação das soluções dinamizadas.

Agitar: parece claro que Hahnemann aplicou 2 agitações às suas soluções, depois 10, testou um número maior quando criticado, e percebeu que ao aumentar o número e a força de sucussões, a violência da ação da solução aumentava demasiadamente. Posteriormente, sentindo necessidade de usar quantidades ainda menores de substância medicinal, aumentou a razão da diluição para mais do que 1 para 50.000 a cada passo de dinamização, criando o que chamou de “meu melhor método de dinamização”. Nesta época inseriu também um maior número de agitações, passando para “100 fortes sucussões”.

Uma vez que o processo “dinamização” é composto pelas operações de diluir e de agitar, sempre se acaba considerando a agitação aplicada após ou concomitantemente com a diluição. Isolando o procedimento da diluição, pode-se classificá-lo como manual – quando os movimentos são efetuados segurando o frasco com as mãos e golpeando-o contra um anteparo semi-rígido (Hahnemann teria usado um livro com capa de couro), ou mecânico – quando se usa algum meio para efetuar a agitação.

Por que homeopatia funciona? A memória da substancia fica gravada na água diluída. O organismo tem 70% de água e por semelhança vai trabalhando a sensibilização do organismo, limpando-o.

Quando a palestrante explicou isso, ela citou o estudo do japonês Emoto.

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Dr. Emoto acredita que as emoções humanas são capazes de alterar a estrutura dos cristais de água. Quando a água recebe um tratamento com emoções positivas (amor, gratidão, alegria) os cristais formados são magníficos, já quando o tratamento é feito com envio de emoções negativas (raiva, ódio, rancor) os cristais formados são irregulares.

Maria Helena disse sobre a importância dos pais serem tranquilos no dia a dia para não passar a ansiedade para os filhos.

Um aspecto importante que foi citado foram as diferentes linhas de homeopatia. Foi citado duas linhas:

Os “complexistas” utilizam vários medicamentos ao mesmo tempo, formando um complexo.

Os “pluralistas” são os profissionais que medicam o indivíduo não só com medicamentos homeopáticos, mas com uma série de outros tipos de medicamentos, como fitoterápicos, florais etc

Para Maria Helena, que recebe pacientes com histórico nas duas linhas, isso não é mais agir de acordo com os princípios da semelhança (Hahnemann) pois tem muitas entradas diferentes.Acontecem dois tipos de problemas:

- O corpo recebe tudo bagunçado pois não consegue fazer semelhança em muitas substâncias.

- Ela explica facilmente falando: Se você toma café e leite, são duas coisas diferentes, se você toma café com leite, já é uma terceira bebida diferente (tipo o complexo).

Quando você fala de homeopatia unicista e detox é a mesma coisa, pois desintoxicação foi a primeira coisa que Hahnemann fez a primeira vez com a Malária e Quinina. No unicismo pode unir remédios diferentes mas não é pluralismo. Ex:

- Pode achar um remédio que pareça geneticamente com o que a criança adquiriu: um remédio que trate fisicamente, organicamente e tenha semelhança com o quadro dela. Substâncias diferentes mas semelhantes ao mesmo quadro.

A terapia CEASE é pouco conhecida no Brasil mas é muito conhecida na Europa, nos EUA e no resto do mundo. A terapia CEASE (sigla inglesa de Complete Elimination of Autistic Spectrum Expression – que significa Eliminação Completa dos Sintomas do Espectro do Autismo) é um tratamento homeopático criado pelo homeopata holandês Tinus Smits.

Após tratar crianças autistas com homeopatia unicista, ele descobriu que algumas progrediam até certo ponto e acabavam regredindo. Ele cogitou a possibilidade de o acumulo de vacinas e antibióticos estarem bloqueando a ação dos remedios homeopaticos, ou pior… serem os verdadeiros causadores dos problemas das crianças, quer seja pelos ingredientes nocivos que contem ou por problemas causados pela injeção dos vírus na corrente sanguínea. Ele decidiu fazer um experimento: dar para as crianças todas vacinas e os antibióticos (em formato homeopático) que a criança tomou ao longo da vida para ver o que acontecia.

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Usar a substancia causativa de um sintoma, diluída centenas/milhares de vezes como remédio para curar o próprio sintoma é um tratamento conhecido na comunidade de Homeopatia como Isoterapia.

Portanto, depois de tratar mais de 300 crianças ele concluiu que o autismo é um conjunto de diferentes causas, sendo, na opinião dele, em 70% por causa de substâncias tóxicas como as vacinas, 25% por medicação e outras substancias tóxicas e 5% por causa de doenças virais. Ler mais AQUI, blog onde tiramos a explicação sobre a terapia Cease.

Foi citado o nome da Alergista do Texas, Claudia Miller, que tem pesquisas e livros mostrando que somos cada vez mais intolerantes a toxinas e que síndromes estão surgindo por causa dessas toxinas: Autismo, TDAH, Asma, entre outras. Estamos constantemente expostos a químicas e temos que evitar: aditivos químicos em alimentos, aspartame, produtos de limpezas, perfumes, maquiagens, pilhas, produtos de dedetização, agrotóxicos, remédios, vacinas, etc. Temos que tentar viver o mais saudável possível.

É muito importante falar isso, principalmente para quem quer ter filhos. No Cease eles desintoxicam a criança dos remédios e químicas que os pais utilizaram pelo menos 5 anos antes das crianças nascerem. É importante tentar lembrar tudo que foi utilizado.

Maria Helena relatou que apesar do nome da terapia falar sobre a completa eliminação dos sintomas do autismo, ela fala em detox, em melhora do quadro e não em cura pois cada autista é ÚNICO e para sua cura, deve haver um tratamento integrado e multidisciplinar. O detox ajuda muito o autista mas se o intestino dele estiver comprometido, fica difícil a homeopatia agir no corpo do paciente. É importante tratar as desordens sensoriais, fala, comportamentos, etc. Não elimine os outros tratamentos, o conjunto de profissionais é muito importante para o gradativo melhoramento de um indivíduo no espectro.

Vamos concluir este post falando sobre o medo das reações que a homeopatia provoca. As pessoas têm medo de fazer quelação por causa dos efeitos colaterais mas não têm medo de vacinar ou dar antibióticos onde os efeitos negativos são grandes e já conhecidos por todos. Só que no caso da terapia Cease, a cada rodada de desintoxicação você perceberá a mudança positiva!

Vale ressaltar a importância de ler o rótulo e comprar em farmácias confiáveis!
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Fonte:

HNC Cristiano
DW
Caos no Sistema
Wikipedia
Cesaho
Santo de casa faz milagre

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