Flúor: uma polêmica nescessária!

Será que temos motivos pra sorrir?Semana passada aconteceu um fato que seria normal se não fosse com o Luiz Júnior : uma equipe visitou o local onde o meu irmão faz tratamento psicológico ( na rede pública municipal) e aplicou flúor nos dentes das crianças sem a autorização dos pais das mesmas.

Bom, pessoas que não conhecem o autismo a fundo diriam que isso é ótimo pois previne a cárie e ajuda na saúde bucal da criança. Minha mãe, que pratica a dieta com o Luiz Júnior e sabe que essa aplicação poderia prejudicá-lo, reclamou e disse que não era pra ninguém aplicar e nem oferecer nada ao Luiz Júnior sem o consentimento dela, já que ele tinha cuidados muito especiais com sua alimentação e o uso de produtos como xampu, pasta de dentes, sabonetes dentre outros. Reforçou que a ingestão de flúor seria maléfica no tratamento dele e pediu para que tomassem o cuidado da próxima vez.

A coordenação do local acatou o pedido mas disse para a minha mãe que nunca tinha ouvido falar sobre o flúor ser maléfico aos autistas. A coordenadora A Fisioterapeuta (conforme esclarece no seu comentário logo abaixo) disse ainda que tinha passado todo o final de semana pesquisando e não tinha encontrado nenhuma informação sobre o assunto (acho que ela não entra por aqui pois na aba que fala sobre a dieta há a informação para a utilização de pasta dental sem flúor)!

Comentando com a Karla sobre isso, resolvemos pesquisar o tema e escrever esse post informativo, caso haja mais pessoas interessadas no assunto. Luiz Júnior teve 03 dias de cólica após esse episódio. Claro que não posso afirmar que foi devido ao flúor mas posso garantir a vocês que ele não tinha essas dores a muito tempo.

Agora vamos falar desse vilão do autista, que vem disfarçado de amiguinho da saúde!

Para começar vamos descrever aqui o conceito de autismo, o que será fundamental para vocês entenderem porque o flúor prejudica nossos autistas.

Segundo a classificação CID.10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde), o transtorno é um transtorno global do desenvolvimento, caracterizado assim um desenvolvimento anormal ou alterado, o qual deve se manifestar antes da idade de três anos e apresentar uma perturbação característica das interações sociais, comunicação e comportamento. Por exemplo, uma pessoa atual, portanto, desenvolvida e tal como se encontra aqui e agora, obedece invariavelmente a seguinte fórmula biossociológica:

Fenótipo = Genótipo + Ambiente

Essa fórmula significa que somos agora (fenótipo), uma somatória daquilo que trouxemos para o mundo, através de nossos genes (genótipo), com aquilo que o mundo nos deu (ambiente). Assim sendo, devemos buscar no cerne do indivíduo, considerado em sua totalidade única, a mistura enigmática do inato com o adquirido, do biológico com o ambiental e/ou, finalmente, da pessoa com sua cultura.

Devemos entender por desenvolvimento as mudanças sofridas pela pessoa, ao longo de sua vida, resultantes de sua interação com o ambiente. O ambiente é, para o indivíduo, uma fonte de estímulos das mais variadas naturezas, estímulos que determinarão no indivíduo uma série de interações e respostas e estas, finalmente, determinarão mudanças significativas no curso de sua vida.

Não se sabe a causa do autismo mas segundo Richard Lathe, do Centro de Pesquisas Pieta, de Edinburgh, um dos fatores é a exposição à metais pesados. Em suas pesquisas, Amostras de urina de crianças com autismo estranhamente contém altos níveis de uma família de proteínas chamada porphyrins, que são precursoras na produção do componente que carrega o oxigênio na hemoglobina. Metais pesados bloqueiam a produção desse componente, causando a acumulação de porphyrins na urina. A concentração de uma molécula, a coproporphyrin, eram 2,6 vezes maior na urina de crianças com autismo do que as que não têm a doença. “É altamente provável que os metais pesados são responsáveis por comportamentos autistas na infância na maioria dos casos”, disse ele à revista New Scientist. Lathe disse que essas atividades metabólicas da proteína porphyrin prejudicam receptores no cérebro e tem sido ligado à epilepsia e ao autismo.

Então, entendemos que o autismo é causado por alterações neurológicas, através intoxicações por metais pesados, intoxicações alimentares, causando problemas gastrointestinais , onde o intestino se torna permeável ocasionando passagem para corrente sanguínea de lixos que podem afetar o cérebro através dos neuro-transmissores, e também por fatores genéticos, e outros.

Entendido isso podemos explicar porque o nosso amigo flúor (há controvérsias) não é tão amigo assim dos portadores da síndrome de autismo.

O que é Flúor? O fluor é um gás amarelo, venenoso e altamente corrosivo. É utilizado industrialmente para matar micróbios, (mas também pode matar nossas células). O fluor é altamente reativo, por isso nunca se encontra puro na natureza, mas sempre combinado com outros elementos. Ele é tão reativo que pode corroer até o vidro, aço, ferro e alumínio. Juntamente com o mercúrio, o flúor encontra-se na lista das substâncias mais venenosas do planeta. O fluor, quando combinado a certos elementos químicos, é utilizado em várias áreas da atividade humana. O ácido fluorídrico (fluor e hidrogênio em água) é utilizado na indústria. Já o fluoreto de sódio encontra-se, em alta concentração, em venenos de rato e pesticidas; ao passo que em concentração mais baixa, ele é adicionado à sua pasta de dente. Outro composto de fluor, denominado hexafluorosilicato de sódio é adicionado à nossa água potável. Os especialistas afirmam, categoricamente, que a substância não é apenas segura, mas também previne cáries e melhora a saúde dos dentes. Por isso, a sua adição à água se tornou compulsória no Brasil.

Muitas pessoas, dentre elas dentistas e médicos, são contra a fluoretação da água no nosso país, já que crianças, adultos, jovens, idosos, diabéticos, alérgicos, todos bebem água para sobreviver e são obrigados a ingerir essa substância de forma obrigatória. A medida foi tomada para prevenir doenças bucais mas alguém que lê esse blog já ouviu algum profissional da saúde receitar um remédio sem quantidade certa ou tempo limitado para tomar? Eu nunca ouvi falar!
Cada um toma água numa quantidade e cada vez que você bebe água, você está ingerindo flúor sem o seu consentimento. Isso é no mínimo antiético não?

O fato é que pesquisas comprovam que a ingestão em excesso do flúor é maléfica a saúde e pode até matar (isso não é um exagero!) Segundo dados do Dr. Paul Connett, Professor de Quimica da Universidade de St. Lawrence, em nova York, ratos que foram alimentados por um ano com 1 ppm (ppm significa partes por milhão – Em uma solução com um milhão de gramas, um grama é da substancia que você quer. EX de cada um milhão de gramas, um é de flúor ou seja 1 mg por quilo – 0,0001 %) de fluoreto na água bi-destilada e deionizada, usando fluoreto de sódio ou fluoreto de alumínio, tiveram mudanças morfológicas nos rins e cérebro e tiveram um aumento no nível de alumínio presente em seus cérebros (Varner et al, 1998). O alumínio no cérebro é associado com o mal de Alzheimer. (E com o de autismo!). A experimentação animal mostra também que a exposição ao fluoreto altera o comportamento mental (Mullenix et al, 1995). Em doses pré-natais os ratos demonstraram um comportamento hiperativo. Nas doses pós-natais se verificou uma hipo-atividade (isto é, baixa atividade ou síndrome da “batata de sofá“).

O fluoreto é um veneno cumulativo. Somente 50% do fluoreto que nós ingerimos a cada dia é excretada através dos rins, o restante se acumula em nossos ossos, na hipófise e outros tecidos. Se os rins são danificados, o acumulo do fluoreto pode aumentar. E relembrem: todos bebem a mesma água!

Acredito então que ficou bem claro o porque de o flúor fazer tão mal aos autistas. Se seu excesso pode ser prejudicial a uma pessoa que tem o funcionamento de todo o corpo humano normal, imagina para uma pessoa que tem suas barreiras, ou seja, dificuldade de eliminar metais e outras substâncias como a caseína, que é a proteína do leite e o glúten que é a proteína encontrada em vários cereais, combinada com amido (80 % da farinha de trigo é glúten).

O flúor está em todo lugarMas seria um exagero falar que o flúor na pasta de dente já é excessivo para os autistas? Que uma aplicação de flúor poderia prejudicá-lo? Ora, vejamos que todos os autistas consomem diariamente flúor na água (sim, não existe água sem flúor, até as minerais possuem o nosso vilão) e na sua alimentação pois alguns alimentos são ricos dessa substância e mesmo quando não contem são preparados com água fluoretada, que muitos produtos industrializados como uvas passas, chás, sorvetes, dentre outro possuem flúor em sua fórmula, não acham que é muito fácil exceder na quantidade?

Além do mais, as pessoas devem lembrar que ao escovar os dentes e aplicar flúor nos mesmos, é natural que a pessoas engulam sem querer, uma quantidade da substância. Principalmente se tratando de crianças!

Importante: O limite ótimo para a ingestão diária de fluoreto – o nível que maximiza a proteção contra a cárie dentária, mas minimiza outros riscos – geralmente é considerado entre 0,05 e 0,07 mg por cada kg do peso do corpo (de 5 a 7 ppm). O consumo de alimentos e bebidas com grandes quantidades de fluoreto pode determinar uma dieta muito acima desse limite. Isso, como falamos, para pessoas que conseguem eliminar normalmente o flúor na urina. Infelizmente nossos autistas não conseguem.

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Alguns exemplos de alimentos ricos em flúor: feijão, agrião, couve, gema de ovo, beterraba, maçã, cebola e alho

A partir disso, concluímos que todas as substâncias, até as consideradas boas, em excesso são prejudiciais a saúde. E o mais importante: o governo ( municipal, federal e estadual) trata a população de forma igual quando lhes é do interesse (fluoretando a água de todos e mandando equipes de aplicação de flúor em redes públicas para aplicar em todas as crianças sem excessão para protegê-las das cáries e se protegerem da culpa de crianças com a saúde bucal defasada) e que a falta de informação é geral: sobre o que consumimos diariamente, sobre como a escovação ideal deve ser feita (é melhor encher a boca dos pobrezinhos de flúor) e principalmente sobre o quão um autista é frágil a produtos químicos e merece respeito.

Essa pasta é ótima pro Lu, vale a pena testar com seu filho, amigo ou parente!O Luiz Júnior usa a pasta de dentes malvatrikids, sem flúor e corantes e tem sido ótima a experiência. Ela ao mesmo tempo que não o agride, o protege.

Outro fato que aconteceu essa semana. Coincidência? Essa semana a Karla conversou com uma amiga na internet que tem um irmãozinho autista que ainda não fala mas já e comunica e expressa suas vontades. Todas as vezes que a mãe dele iria escovar os seus dentes ele travava a boca de uma tal maneira que tornava o ato impossível de ser realizado! Karla comentou com ela sobre os malefícios do flúor aos autistas, levando-os a ter fortes cólicas e não deu outra: ele fez o exame e estava com estomatite. Como ele não sabe falar que dói depois da escovação a forma que ele encontrou de proibir a entrada daquele produto em seu corpo foi a de trancar a boca. Sua pasta dental será trocada por uma sem flúor e espero que o final dessa história seja feliz!

Preste atenção no seu filho, parente ou amigo autista. Pesquise. As vezes o que você acha que é birra, pode ser um aviso.

16 ideias sobre “Flúor: uma polêmica nescessária!

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  2. Richard

    É lamentável como boa parte da população ainda é mantida ignorante a cerca dos malefícios do flúor!O flúor(fluoreto) pode até deixar os dentes mais resistentes a ácidos, mas fora isso, NÃO tem função nenhuma em nosso organismo, não existe deficiência de flúor, o que existe é o consumo de sacarose, a sacarose é que é cariogênica laém de desnecessária a nossa alimentação sendo responsável também por diabetes e obesidade mórbida.

    Se o governo estivesse preocupado com cáries, alertaria sobre açúcar hoje onipresente em nossa alimentação, até onde não imaginamos muitas vezes tem açúcar.

    Em vez disso, o governo utiliza o nosso próprio dinheiro(dos impostos) para nos envenenar com um veneno SISTÊMICO.Como as doses de flúor são relativamente baixas, muitos podem estar sofrendo com malefícios do flúor sem perceber achando que sofrem de uma “genética ruim”, ou que são sintomas da velhice.

    Sou aluno de eng. química e ultimamente venho pesquisando artigos científicos sobre o flúor(fluoreto) e sei que flúor prejudica a memória, cognição, causa distúrbios na tireóide, prejudica a produção de colágeno(proteína que dá resistência e elasticidade aos tecidos presente nos ossos, dentes, cartilagens, pele e parede dos vasos sanguíneos), aumenta a entrada de alumínio no cérebro, metal relacionado a demência, além disso o flúor é cumulativo e como foi dito só eliminamos 50%, assim ele se acumula nos ossos tornado-os mais densos, duros e QUEBRADIÇOS.O flúor(fluoreto) é conhecido tb como um VENENO ENZIMÁTICO, ou seja inibe muitas enzimas importantes para o funcionamento de nosso organismo como a ENOLASE, SÓDIO-POTÁSSIO ATPase.Por inibir a segunda enzima que citei o flúor prejudica a síntese de proteínas.

    Quem duvida do que falo, pesquise.Se quiser mande um e-mail pra richardigital@gmail.com, e envio os artigos científicos que já reuni até agora.Posso dizer que até pra vida aquática ele é tóxico.

  3. Liana Placenti

    Parabéns, meninas, pelo empenho de vocês em darem qualidade de vida a seu irmãozinho. Isso é amor verdadeiro. Deus ilumine seus caminhos, pois são pessoas maravilhosas. Fiquei emocionada ao ler seu artigo.
    Estava procurando sobre malefícios do fluor e encontrei o de vocês.
    Meu sobrinho neto Daniel tem 2 aninhos, não é autista, mas ao
    levá-lo ao dentista, a pedido do meu sobrinho, para verificar seus dentinhos, saí arrazada. Imginem que a dentista verificou se tinha cárie. Não tinha. Mesmo assim, disse que iria fazer uma limpeza com uma escovinha elétrica com fluor. Fiquei preocupada, pois colocou o sugador e ele ficou incomodado. Começou a chorar e pedir para sair da cadeira. Ela metia a escova e já estava cheio de espuma e engolindo, pois não queria o sugador e tirava. Meu sobrinho resolveu colocá-lo no colo e continuaram a sessão tortura. Ele pediu para que eu saísse, pois ele me olhava e pedia para tirá-lo de lá. Saí, mas ao ouvir que vomitava entrei, pedi desculpa para a dentista (que foi outra que já devia ter visto que estava tudo errado) e tirei-o de lá. Ele pediu água e acalmou. No dia seguinte estava com o rostinho, o pescoço e as pálpebras com umas bolinhas pequeninas e coçando. Só passou com antialérgico. Um absurdo. E ainda ia fazer uma aplicação com flúor em verniz. A aplicação até entendo, mas a escovação não era necessária e ainda mais ele incomodado ao ponto de vomitar. Que dentista! E ainda é especialista em crianças….. Se queria fazer uma limpeza poderia usar uma escova comum, com uma pasta com pouco fluor (ele usa sem fluor, pois não sabe cuspir ainda) e ele deixaria numa boa, mas… São despreparados mesmo. Alerto para que os pais não façam isso com seus filhos. O que deve ser feito é uma boa higienização após comerem, evitar doces, balas, refrigerantes e, quando usarem em aniversários ou em finais de semana deve ser feita uma boa higienização.
    Um abração
    Liana

  4. Admin

    Vanessa,

    Conforme dissemos no artigo acima, já dissemos que o CRIA aceitou a reclamação e disse que não vai acontecer novamente. Somos agradecidas ao CRIA por tudo que eles já fizeram e fazem pelo Lu. Obrigada pelo comentário e por passar por aqui. Os médicos indicam pastas sem fluor para crianças até 4 anos por elas engolirem, etc. A gente indica pastas sem fluor pra qualquer autista, (não importando idade, grau de autismo, etc) pelo motivo explicado acima. O que estranhamos é você, depois desse artigo, ainda assim, não ver os malefíciops do flúor, principalmente para os autistas. Na apostila que tem nesse blog tem o item 4 que fala:

    4º Metilação e Sulfatação inadequada com aumento de toxicidade
    Quando o processo de sulfatação não funciona bem, não é adequado, as toxinas e as químicas provenientes do ambiente e do consumo alimentar como: alumínio, mercúrio, glutamato, e toda sorte de ingredientes artificiais, não são eliminadas corretamente, provocando um acúmulo no organismo.

    OS AUTISTAS COM ESSE PROBLEMA ACUMULAM COM FACILIDADE AS TOXINAS.

    Não estamos fazendo tempestade em copo d’água, isso é sério. Só o fato de mudarmos as panelas do Lu (não usamos mais panelas de alumínio), darmos alimentos orgânicos (alientos com agrotóxico contém mercúrio, etc), trocarmos sua pasta dental, sabonete e shampoo por produtos sem corante, com menos química, o Lu evoluiu demais. E ele não é um caso isolado. Você tem que perceber isso. A grande maioria dos autistas que fazem essa dieta, tem uma melhora fantástica, inclusive deixando de ter cólicas, tosses, pigarros e etc. E é isso que desejamos ao Lu.

    Ele pode ter excesso de fluor escovando os dentes, tomando fluor no CRIA ou bebendo água dentro de sua própria casa. Já parou pra pensar que cada um toma uma quantidade de água diferente e que o que os médicos indicam são 2 litros por dia e nesses dois litros de água tem fluor, nos alimentos, na água do preparo da comida, etc etc. E nossas crianças não eliminam como os neurotípicos, podendo ter sérios problemas.

    Nosso próximo passo é analisar a água de Uberaba, tanto do CODAU, como do poço artesiano do prédio onde nossos pais moram. Como vc disse, faremos de tudo para dar qualidade de vida ao nosso irmão. E vc, que convive com crianças com todos os tipos de problemas, não precisa ter alguém na família para fazer de tudo por uma pessoa especial. Leia, estude e não fique satisfeitas com as informações do Brasil, leia em inglês, muita informação boa. Esses vídeos foram retirados de BLOGS AMERICANOS DE PAIS COM FILHOS AUTISTAS. Portanto, essa informação não é inventada por Karla e Luiza. Foi um estudo de muitas pesquisas, artigos, casos contados em blogs, conversa com amigos…

    É claro, que como vc disse, qualquer um pode ter problema com fluor mas espero que tenha ficado claro (foi esse o objetivo do post) que isso pode acontecer mais facilmente com os autistas. Além do Lu, conheço outras crianças que mudaram a pasta dental (eles não podem parar de beber água né?!) e tiveram resultados positivos.

    Abs!

  5. Vanessa

    Olá, aqui é a Vanessa, eu sou fisioterapeuta e trabalho no CAP`s onde o Luiz Junior é atendido… Gostaria de fazer uma observação, foi EU que ficou estudando sobre o flúor ser malefico aos autistas e não a coordenadora.
    Adimiro o empenho de vcs para tornar a vida do Luiz Jr melhor! Eu faria o mesmo se fosse meu irmão, meu filho… Tentaria de tudo, mesmo que ainda não fosse comprovado o beneficio e não trouxesse prejuizos!
    Quero dizer também que continuo não vendo maleficio no flúor a não ser que ele seja ingerido em grandes quantidades… (que é o que vcs falam na aba da dieta, que trocar a pasta de dente para uma sem flúor é devido ao autista -e qualquer outra criança- comer a pasta de dente!).
    Desejo a vcs boa sorte na jornada da busca de melhoras, cura e qualidade de vida dos autistas e podem contar comigo pra ajudar em pesquisas!
    Já pedimos desculpas para a Eliana sobre o incidente da aplicação de flúor, mas peço desculpas novamente.
    Ah, eu passo por aqui sim, mas como disse, na aba da dieta não fala sobre os malefícios do flúor nos autistas, os danos causados podem ser em qualquer um, não especificamente nos autistas!

  6. Tathy

    Mesmo pra crianças que não são autistas é contraindicado o uso do flúor até os 6 anos de idade. Poucas pessoas sabem disso tmb.
    Parabéns mais uma vez. Imprima esse post e manda pra coordenadora da isntituição aonde o Lu é atendido.

    Bjsssssssssssss e FELIZ dia das MÃES pra mãe de vcs!!!

  7. Gilvana

    Contrariando o esperado eu vim deixar um recado e dizer q vcs sao fantásticas. Ótimo texto, excelentes explicações e vídeos! Com certeza só engrandecem e somam forças contra a desinformação sobre o autismo. Continuem nesse caminho…
    Parabéns meninas!

  8. Marina

    Meninas, continuem firme nessa busca incessante, o amor vence tudo! Parabéns por essa maravilhosa dedicação…

  9. Cristina

    Queridas
    Amei o post. Serviço de utilidade pública para a família autista!!!
    Eu vivo torcendo para a Milena ser como o pai dela, quase imune às cáries! Pois’uso filtro de carvão ativado, não uso pasta com flúor e nunca fiz aplicação de flúor nela… Como escovar os dentes apesar de ser diáriamente e no mínimo duas vezes, é bem complicado, fico torcendo para que ela não tenha cáries (nada difícil para quem não ingere açúcar).
    É isso aí meninas, valeu.
    E quanto a argila verde que vcs perguntaram, já está na minha lista de coisas a comprar na viagem

    bjs!!!

  10. Paulo

    Prezadas meninas, já tive a oportunidade de conversar com vocês por e-mail no qual vocês me prestaram grande ajuda. Aproveito este momento para parabenizá-las por mais estas informações que ajudarão inúmeros pais. São informações criteriosas a respeito do assunto. Informo que na posição de dentista, já não utilizo pasta de dentes com flúor em meu filho autista e portanto concordo plenamente com essas irmãs lutadoras. Abraços

  11. Leo

    Fluor na água da rede pública me parece tão desagradável qto vacinação a fins de esterelizar classes mais pobres inconscientes.

  12. Alexandre

    Existe uma pasta sem fluor indicada para adultos de própolis e aloe vera, da foreverliving , tenho usado e finalmente acabaram sangramentos na gengiva!!!!!! Muito boa pra gengiva, mas não sei a eficácia contra cáries.

  13. Rosana Cristina

    Ei meninas concordo plenamente com vocês meu menino só usa a Bonibaby Gel dental que tem Xylitol, sem fluor e sem corantes.
    Parabéns meninas a dedicação de vocês é apaixonante!!

    Beijos

  14. Adriana Zink

    Para todos o flúor é tóxico não só para autistas. O maior problema é a aplicação em escolas através de bochechos, onde as crianças engolem o flúor e existem até relatos de óbito.
    Recomendamos as pastas sem flúor porque a maioria das crianças engolem um pouquinho e sistemicamente isso é muito prejudicial .
    Em consultório, a Associação Brasileira de Odontologia preconiza a aplicação tópica e supervisionada de flúor para pacientes com “alto índice de cárie”. Nesse caso o paciente está sendo monitorado e o excesso de flúor sendo aspirado por um sugador para evitar a ingestão. Para os demais pacientes não é feita a aplicação tópica de flúor pq a água já é fluoretada e esse paciente não necessita de mais essa exposição. Realizamos apenas orientação de higiene oral e profilaxia com uso de pasta sem flúor.

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